Logo do repositório
  • Navegar por
    • Comunidades e Coleções
    • Autor
    • Título
    • Assunto
    • Orientador(a)
    • Cursos
    • Tipo de Documento
  • Instruções
    • Para autores (submissão)
    • Tutoriais
    • Orientações para normalização
  • Sobre
    • Apresentação
    • Documentos
  1. Início
  2. Pesquisar por Orientador(a)

Navegando por Orientador(a) "Angelotti, Joelise de Alencar Figueira"

Filtrar resultados informando as primeiras letras
Agora exibindo 1 - 2 de 2
  • Resultados por página
  • Opções de Ordenação
  • Nenhuma Miniatura disponível
    ItemEmbargo
    Desenvolvimento e otimização de agregados enzimáticos reticulados (cleas) de ꞵ-glicosidase de Aspergillus niger para hidrólise da celobiose em modos descontínuos e contínuos
    (2026-05-25) Cassiano, Helena Pavani; Angelotti, Joelise de Alencar Figueira; Mendes, Adriano Aguiar; Castro, Ruann Janser Soares de
    O objetivo deste trabalho foi no primeiro capítulo apresentar um artigo de revisão dos diferentes tipos de CLEAs – convencional, magnético, poroso e combi-CLEAs – destacando características e diferenças, com ênfase nos CLEAs porosos. E no segundo capítulo apresentar um artigo experimental com o intuito de avaliar o processo de imobilização da enzima β-glicosidase obtida a partir do fungo Aspergillus niger por meio de fermentação em substrato semissólido à base de farelo de trigo, na forma de CLEAs utilizando na imobilização o 2-propanol como agente precipitante e o glutaraldeído como agente reticulante, além de diferentes concentrações de amido, e outras proteínas espaçadoras, observando sua influência na atividade enzimática e comparando-as ao CLEAs convencional e à enzima livre. Embora ainda não exista muitos trabalhos publicados nos últimos 20 anos sobre a imobilização de β-glicosidase por CLEAs, a revisão realizada no primeiro capítulo mostrou que essa técnica pode ser uma abordagem promissora para a β-glicosidase, uma vez que contribui para o aumento da estabilidade, facilidade de recuperação e reutilização da enzima, além de se tratar de uma técnica simples, versátil e de fácil aplicação em processos industriais. No segundo capítulo, os resultados revelaram que a incorporação de amido aumentou a atividade recuperada em até 5,3 vezes mais (53%) ao obtido sem amido, além de melhorar a dispersibilidade do biocatalisador. O uso de proteínas espaçadoras ocasionou a formação de aglomerados. Além disso, os CLEAs com 0,8% (m/v) de amido apresentaram estabilidade térmica superior à enzima livre, com aumento expressivo do tempo de meia-vida e fatores de estabilização superiores a 8 nas temperaturas de 50 e 60 °C, preservando cerca de 23% de atividade residual a 60 °C após 12 h de incubação, enquanto a enzima solúvel foi completamente inativada após 5 h de reação. Na aplicação catalítica, o biocatalisador imobilizado demonstrou maior eficiência na hidrólise da celobiose, alcançando máxima conversão em menor tempo no sistema descontínuo e maior rendimento e estabilidade no sistema contínuo, mantendo produção estável de glicose por períodos prolongados. Os CLEAs também apresentaram elevada estabilidade operacional, preservando atividade residual superior a 100% após 15 ciclos consecutivos de reutilização. Dessa forma, a obtenção de CLEAs utilizando o amido como molécula espaçadora resultou em melhorias na estabilidade, reutilização e eficiência catalítica na conversão de celobiose em glicose, ampliando suas perspectivas de aplicação em processos biotecnológicos.
  • Nenhuma Miniatura disponível
    ItemEmbargo
    Estudo da Imobilização de B-Glicosidase em suporte Quitosana
    (2025-12-05) Freitas, Giovanna Garcia de; Angelotti, Joelise de Alencar Figueira; Mendes, Adriano Aguiar; Santos, Breno Régis
    O presente trabalho teve como objetivo estudar a imobilização de β-glicosidase em suporte de quitosana, e a determinação de algumas características. Foi realizada a determinação do pH e temperatura ótima de atividade da enzima imobilizada, a estabilidade operacional e a cinética de adsorção da enzima ao suporte. Os estudos de adsorção demonstraram que a β-glicosidase foi preferencialmente adsorvida por meio de interações reversíveis, pois melhor ajuste foi obtido utilizando o modelo cinético não linear de pseudo-primeira ordem. Os resultados demonstraram que a enzima imobilizada apresentou pH ótimo 4,0, enquanto a enzima livre na faixa de pH 3,0 - 4,0. A temperatura ótima da enzima livre e imobilizada foi de 60°C. O biocatalisador reteve 47 % da sua atividade após 5 ciclos. A imobilização da β-glicosidase foi eficiente ao proteger a atividade enzimática contra mudanças de temperatura e pH, além de possibilitar o reuso de pelo menos 4 ciclos da enzima sem apresentar uma perda significativa de sua atividade. Essas características trazem um potencial para a aplicação de enzimas imobilizadas em processos industriais.

Nossas redes

Logo do repositório

Universidade Federal de Alfenas (UNIFAL-MG)

Sistema de Bibliotecas

E-mail: repositorio@unifal-mg.edu.br

DSpace software copyright © 2002-2026 LYRASIS

  • Configurações de Cookies
  • Política de Privacidade
  • Termos de Uso

Desenvolvido por

Logo acervos digitais