Ribeiro, João Pedro de Souza Cobra2026-02-032026-02-032025-11-26https://repositorio.unifal-mg.edu.br/handle/123456789/3298O seguinte trabalho busca analisar o romance Frankenstein, ou o Prometeu Moderno (1818), de Mary Shelley (1797-1852), considerando os direitos humanos inalienáveis como primeiro constatados na Declaração de Independência dos Estados Unidos (1776). Será abordado, portanto, de quais formas os direitos à Vida, à Liberdade e à Procura da Felicidade podem ser identificados dentro da trama de Shelley, mais especificamente a partir das relações entre os personagens e das discussões e questionamentos levantados por eles. O trabalho também levará em conta a relação entre esses direitos com o movimento intelectual do Iluminismo e o impacto deste para a ascensão individualismo e do romance como gênero literário que, por sua vez, acabou por influenciar a difusão do senso de empatia. Como abordagem metodológica, partiremos de um levantamento bibliográfico referente às áreas de História, Filosofia e Literatura. Além disso, será feita uma análise detalhada das passagens do romance que discutem a questão de direitos, vida, liberdade, felicidade, bem como solidão, isolamento, identidade e alteridade relacionada aos textos teóricos lidos previamente. Como embasamento teórico, serão consultados certos trabalhos críticos como os de Charlotte Gordon (2020), Jean-Jacques Lecercle (1991), Lynn Hunt (2009), entre outros, que servirão de base para muitos dos apontamentos e relações nele feitos.ptinfo:eu-repo/semantics/openAccessLingüística, Letras e Artes"Criatura humana": os direitos inalináveis e a empatia em "Frankenstein" em relação à ascensão do romance modernoinfo:eu-repo/semantics/bachelorThesisBiajoli, Maria Clara PivatoDireitos humanosEmpatiaRomance modernoHuman rightsEmpathyNovelhttp://lattes.cnpq.br/9540245582389624http://lattes.cnpq.br/78685334827572852022.1.44.003