Raimundo, Natacha Aparecida Ferreira2026-07-162026-07-162026-07-03https://repositorio.unifal-mg.edu.br/handle/123456789/3647Este trabalho discorre sobre a função da controladoria como unidade de controle de qualidade no processo decisório empresarial, fundamentada no conceito de racionalidade limitada da Economia Comportamental em contraponto à racionalidade plena da Economia Neoclássica. Partindo da premissa de Daniel Kahneman de que as organizações são “fábricas de julgamentos e decisões”, a pesquisa explora como a predominância do pensamento via Sistema 1 (intuitivo) sobre o Sistema 2 (analítico), o que gera vieses cognitivos sistemáticos. Nesse sentido, o objetivo é analisar como a controladoria pode atuar como uma unidade de controle de qualidade e "Sistema 2 organizacional", fundamentada nos princípios da Economia Comportamental e da incerteza keynesiana, para mitigar vieses cognitivos no planejamento empresarial por meio da implementação de ferramentas práticas de "custo zero" que disciplinem o processo decisório. A metodologia utilizada consiste em uma revisão bibliográfica qualitativa e descritiva, baseada em obras seminais de Kahneman, Tversky e autores keynesianos. Conclui-se que a implementação de rotinas estruturadas, como o exercício de pré-mortem, a liderança calada e a adoção de uma "visão externa", permite confrontar narrativas internas otimistas com a realidade estatística, assegurando a sustentabilidade organizacional.ptinfo:eu-repo/semantics/openAccesshttp://creativecommons.org/licenses/by/3.0/br/Ciências Sociais AplicadasA controladoria como controle de qualidade das decisões: mitigando o viés de ancoragem e o otimismo excessivo no planejamento estratégicoinfo:eu-repo/semantics/bachelorThesisPereira, Fernando BatistaControladoriaEconomia comportamentalIncertezaVieses cognitivosTomada de decisãoControllershipBehavioral economicsUncertaintyCognitive biasesDecision making2021.1.39.020Attribution 3.0 Brazil