Silva, Marlom César da2026-06-092026-06-092026-05-28https://repositorio.unifal-mg.edu.br/handle/123456789/3462Este estudo investigou a utilização das bibliotecas físicas e virtuais (Minha Biblioteca e Biblioteca Pearson) por estudantes de um curso da área da saúde da UNIFAL-MG, com o objetivo de compreender as formas de acesso e uso desses recursos. De forma específica, buscou-se analisar a frequência de utilização das bibliotecas, identificar fatores como a percepção da escolha entre os ambientes físico e virtual, avaliar a eficiência na recuperação de conteúdo, investigar a aplicabilidade das bibliografias em trabalhos acadêmicos, comparar barreiras enfrentadas e avaliar o nível de prazer e engajamento na leitura. A pesquisa adotou abordagem mista, combinando métodos quantitativos e qualitativos. A coleta de dados foi conduzida por meio de questionário online (Google Forms), organizado em oito blocos temáticos e contendo 32 perguntas, que incluíram escalas do tipo Likert e questões abertas. Os dados quantitativos foram analisados por estatística descritiva (frequências, medianas e percentuais), enquanto as respostas qualitativas foram submetidas à análise de conteúdo, permitindo compreender percepções, barreiras e motivações dos estudantes. Os resultados revelaram que o uso das bibliotecas apresenta caráter híbrido. As virtuais destacaram-se pela praticidade no acesso remoto e pela agilidade na recuperação de artigos e materiais digitais, enquanto as físicas foram mais valorizadas para leituras aprofundadas, concentração e interação com obras de referência. A frequência de utilização mostrou que os estudantes alternam entre os dois ambientes, de acordo com o tempo disponível, tipo de estudo e preferências pessoais. No que se refere à aplicabilidade das bibliografias, verificou-se que os estudantes combinam recursos digitais e impressos, equilibrando rapidez, atualização, confiabilidade e qualidade da leitura. Barreiras distintas foram identificadas: nas virtuais, dificuldades técnicas, lentidão e interfaces pouco intuitivas; nas físicas, restrições de horário, número limitado de exemplares e questões estruturais. Quanto ao prazer e engajamento na leitura, observou-se maior imersão nos ambientes físicos, associados ao silêncio e concentração, enquanto a leitura digital foi reconhecida pela conveniência e praticidade. Conclui-se que os estudantes adotam uma postura híbrida, integrando recursos físicos e digitais para otimizar a aprendizagem. O estudo evidenciou que os participantes perceberam contribuições distintas das duas modalidades para suas práticas de estudo: a biblioteca física assegura concentração e qualidade de leitura, enquanto a virtual amplia acesso, flexibilidade e conveniência. Tais achados oferecem subsídios para o aprimoramento dos serviços da UNIFAL-MG, reforçando a relevância da integração entre bibliotecas físicas e virtuais como estratégia para atender à diversidade de perfis e demandas dos estudantes da área da saúde. A pesquisa evidencia que o comportamento informacional dos estudantes é essencialmente fluido, consolidando a coexistência das modalidades física e virtual com pilares do processo de ensino-aprendizagem.ptinfo:eu-repo/semantics/openAccesshttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/Ciências Humanas::Educação::Ensino-Aprendizagem::Tecnologia EducacionalUtilização das bibliotecas online e presenciais por estudantes de um curso da área da saúde: um estudo de caso comparativo na UNIFAL-MGinfo:eu-repo/semantics/masterThesisHornink, Gabriel GerberBibliotecas híbridasBibliotecas virtuaisMinha BibliotecaBiblioteca Virtual PearsonAcesso à informaçãohybrid librariesVirtual librariesInformation Accesshttp://lattes.cnpq.br/0684704531066899http://lattes.cnpq.br/7615930937088442https://orcid.org/0000-0001-5591-8503https://orcid.org/0000-0003-0388-40272024.1.218.016Attribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazil