Odontologia
URI Permanente para esta coleçãohttps://repositorio.unifal-mg.edu.br/handle/123456789/2636
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Navegando Odontologia por Orientador(a) "Rossi Junior, Wagner Costa"
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Item Acesso aberto (Open Access) Caracterização antropológica e localização de forame (incisura) supraorbital e forame (incisura) frontal em população brasileira(2025-11-12) Danziger, Larissa Sales; Rossi Junior, Wagner Costa; Danziger, Marcela Filie Haddad; Tavares, Erika PasquaA caracterização anatômica dos seres humanos está diretamente relacionada a fatores como idade, sexo, ancestralidade e região geográfica, dentre outros. O sistema esquelético tem funções orgânicas e atua como referência anatômica. Assim, é fundamental que se conheça minuciosamente as peças ósseas do corpo humano e as diferentes variações existentes entre as diversas populações, especialmente em locais como o Brasil, cujo processo de colonização e construção se deu às custas de muita miscigenação, devido a riscos significativos que possam trazer aos pacientes por conta da presença do feixe vasculonervoso. Dessa forma, os objetivos do presente estudo foram realizar a caracterização antropológica e a localização do forame/incisura supraorbital e frontal em crânios humanos. Para isso, foram analisadas as margens supraorbital (SO) de 106 crânios (212 órbitas) do Departamento de Anatomia da Universidade Federal de Alfenas, para a constatação da existência, ou não, da emergência para o feixe vasculonervoso supraorbital na forma de forame ou incisura, e se este corresponde a um forame, ou incisura frontal. Além disso, foi feita a caracterização topográfica dessas estruturas anatômicas, medindo a distância até a glabela e a altura em relação à margem supraorbital. Os resultados mostraram que foi mais frequente a presença de incisura SO em relação ao forame, sendo 78,30 % e 76,42 %, respectivamente nos lados direito e esquerdo. Foi ainda observado o forame SO bilateral em 8,49% e a incisura SO bilateral em 63,20% dos crânios analisados. Para forame e incisura frontal (F), os dados mostram que é bem menos frequente, Apenas 2 crânios (1,88%) apresentaram o forame F, 1 do lado esquerdo e 1 do direito. A incisura F foi observada em 35,84% do lado direito e 32,07% do lado esquerdo. Não se observou forame F bilateral e a incisura F bilateral foi constada em 22,64% dos crânios analisados. A distância média do forame ou incisura SO da glabela foi de 25,12 mm e 24,83 mm, respectivamente á direita e à esquerda. Da mesma forma, para o forame ou incisura F a distância média foi de 19,58 mm e 19,15 mm. A altura SO foi, na média, 3,22 mm à direita e 3,06 mm à esquerda; a altura F, do mesmo modo, foi de 2,32 mm e 2,89 mm. Os dados permitem concluir que existe uma grande variação quanto a presença e localização das estruturas analisadas entre diferentes indivíduos, o que torna importante que todos os profissionais que exerçam procedimentos na região supraorbital, incluindo cirurgiões-dentistas, fiquem atentos às diversas variações, evitando e prevenindo intercorrências que podem ocasionar sequelas desagradáveis ou o insucesso no tratamento proposto.Item Acesso aberto (Open Access) Tratamento das disfunções temporomandibulares com magnetoterapia(2025-11-07) Nasser, Geovana Guimarães; Silva, Izabella Caroline Sousa e; Rossi Junior, Wagner Costa; Pereira, Alessandro Aparecido; Almeida, Daniel Augusto de FariaAtualmente, observa-se uma necessidade cada vez maior de considerar o paciente de forma holística, ou seja, como um ser completo em todas as dimensões, independentemente do tipo de tratamento a ser realizado. Para a obtenção de melhores resultados e sob esse ponto de vista, nota-se que deve ser feito um planejamento individualizado, com a associação dos métodos e das bases científicas da Odontologia bem como o conhecimento e a aplicação dos fundamentos de outras áreas como por exemplo, os preceitos da Medicina Tradicional Chinesa. Dentre eles, a magnetoterapia ou terapia com magnetos (ímãs) vem ganhando destaque pelos efeitos terapêuticos apresentados, especialmente porque essa prática tem a finalidade de reduzir a dor e o edema. Para isso, foram recrutadas 14 voluntárias portadoras de disfunção temporomandibular, divididas em dois grupos. No grupo 1, em pontos de acupuntura, foram adaptados magnetos com a finalidade de minimizar ou redimir os sintomas da disfunção. No grupo 2, nos mesmos pontos, foram adaptadas peças plásticas para mimetizar os magnetos. Dez sessões foram realizadas, com trinta minutos de duração cada uma, totalizando 5 semanas. Os resultados mostram que a magnetoterapia foi eficaz no controle e na remissão dos sinais e sintomas que caracterizam a Disfunção Temporomandibular. Entretanto, quando os dois grupos foram comparados, não houve diferença significativa entre eles.
