Graduação
URI Permanente desta comunidadehttps://repositorio.unifal-mg.edu.br/handle/123456789/2559
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Navegando Graduação por Orientador(a) "Caetano, Roberta Mansur"
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Item Acesso aberto (Open Access) Agenesia de terceiros molares em jovens com idade entre 14 e 17 anos do sul de Minas Gerais: um estudo comparativo(2026-03-06) Pereira, Bruna Silva; Duarte, Mateus Roza Nova; Caetano, Roberta Mansur; Lima, Carlos Augusto de SouzaIntrodução: A agenesia dentária é uma anomalia de desenvolvimento comum, que acomete principalmente os terceiros molares e nesses elementos tem sido associada à uma questão evolutiva. Objetivo: Esse estudo tem por objetivo analisar a prevalência de agenesia de terceiros molares numa amostra de indivíduos nativos da região do sul de Minas Gerais, comparar com outros estudos do Brasil e de outros países e verificar se essa prevalência vem aumentando contemporaneamente. Metodologia: Nesse estudo documental retrospectivo foram utilizadas informações coletadas de radiografias panorâmicas, realizadas no período de 2014 a 2024, provenientes de pacientes de ambos os sexos, na faixa etária de 14 a 17 anos, oriundos do Sul do estado de Minas Gerais, do arquivo digital da Clínica de Radiologia do Curso de Odontologia da UNIFAL-MG. Resultado: Do total de 14.246 radiografias panorâmicas, foram selecionadas 395. A prevalência de agenesia foi 12,41%. O gênero mais prevalente foi o feminino, sendo 51,02% da amostra. Considerando as arcadas, 11,90% dos indivíduos apresentavam ausência de pelo menos 1 terceiro molar na arcada superior e 10,89% na arcada inferior. Em relação aos lados, 11,39% dos indivíduos com pelo menos 1 terceiro molar ausente no lado direito e 11,39% no lado esquerdo. O dente que apresentou maior prevalência foi o 18 (27,47%), seguido do 38 (25,27%), 28 (24,18%) e 48 (22,22%). Houve maior ocorrência da agenesia de um e dois terceiros molares, respectivamente, 5,32% e 4,81%. Conclusão: A agenesia de terceiros molares no presente estudo apresentou baixa prevalência (12,41%), se comparado aos outros estudos analisados. Houve predomínio no sexo feminino, do elemento 18, do comprometimento de 1 ou 2 terceiros molares, na arcada superior e igual prevalência em ambos os lados, confirmando os resultados de grande parte dos estudos. Não foi identificado aumento na prevalência de agenesia ao longo do tempo a partir dos estudos analisados.Item Acesso aberto (Open Access) Avaliação das falhas na terapia endodôntica e sua relação com alterações periapicais utilizando tomografia computadorizada de feixe cônico: um estudo transversal(2026-06-09) Souza, Hevellyn Carolini Ferreira de; Moreira, Iasmim Renó Jorge; Caetano, Roberta Mansur; Caetano, Roberta MansurObjetivo: Avaliar, por meio da tomografia computadorizada de feixe cônico (TCFC), possíveis falhas no tratamento endodôntico e sua associação com lesões periapicais. Materiais e Métodos: Estudo observacional transversal com análise de 83 exames de TCFC, totalizando 100 dentes tratados endodonticamente, com suspeita de insucesso terapêutico. As imagens foram avaliadas por três examinadores calibrados e realizada concordância pelo coeficiente Kappa, considerando canais não tratados, subobturação, sobreobturação, perfurações e presença de lesões periapicais (CBCTPAI). Realizou-se regressão logística para avaliar associação entre falhas técnicas e ocorrência de lesão periapical. Resultados: Observou-se alta prevalência de falhas: 32% apresentaram canais não tratados, principalmente em primeiros molares superiores, com destaque para o canal MV2 (73,9%). A subobturação ocorreu em 51% dos casos, enquanto a sobreobturação foi identificada em 27%. Perfurações radiculares foram observadas em 17%, principalmente no terço apical. Lesões periapicais estiveram presentes em 80% dos dentes avaliados. Houve relação entre hipodensidade periapical e falhas técnicas: 81,25% dos dentes com canais não tratados, 78,43% com subobturação, 70,37% com sobreobturação e 82,36% com perfurações apresentaram lesões. Também foram observados espessamento sinusal (24%) e variações anatômicas (13%). Dentes com sobreobturação apresentaram 72% menor chance de desenvolver lesão periapical (R = 0,28; IC95%: 0,08–0,98; p = 0,046). Conclusão: O insucesso da terapia endodôntica está fortemente associado a falhas técnicas e à complexidade anatômica dos canais radiculares, especialmente em molares superiores. A TCFC mostrou-se ferramenta complementar que contribui significativamente para diagnóstico preciso, evidenciando a importância da adequada instrumentação, desinfecção e obturação tridimensional para prevenção do desenvolvimento de lesões periapicais e melhora do prognóstico clínico.Item Acesso aberto (Open Access) Confiabilidade da radiografia panorâmica na relação anatômica entre terceiros molares inferiores e o canal mandibular: uma análise comparativa com a tomografia computadorizada de feixe cônico(2026-05-05) Simões, Heloísa Gazott; Caetano, Roberta Mansur; Caetano, Roberto MansurEste estudo teve como objetivo realizar uma análise comparativa da relação anatômica entre terceiros molares inferiores e o canal mandibular, em casos de proximidade ou sobreposição na radiografia panorâmica, com a relação identificada na tomografia computadorizada de feixe cônico. Trata-se de um estudo observacional, de corte transversal, com abordagem qualitativa e quantitativa, neste, foram analisados exames realizados em 2024 e 2025, provenientes do arquivo digital da Clínica de Radiologia do Curso de Odontologia da Universidade Federal de Alfenas. A amostra incluiu pacientes com pelo menos um terceiro molar inferior com imagem sugestiva de proximidade ou sobreposição com o canal mandibular na radiografia panorâmica. A relação entre as estruturas foi avaliada utilizando uma modificação da classificação de Félez Gutiérrez (1997) para as radiografias panorâmicas e a classificação de Wang et al. (2015) para as tomografias. Após a aplicação dos critérios de inclusão e exclusão foram avaliados 53 exames radiográficos, totalizando 81 terceiros molares inferiores. Nas radiografias panorâmicas as principais relações observadas foram obscurecimento dos ápices sem o desvio do canal mandibular (35,80%) e interrupção das corticais sem desvio do canal mandibular (30,86%). Nas tomografias foi observado predomínio do contato entre as estruturas (87,66%), com localização do canal mandibular em relação ao terceiro molar predominantemente inferior (37,04%) e vestibular (25,93%), sendo identificados 45,70% de casos com invasão das raízes no espaço do canal mandibular. As radiografias panorâmicas não reproduziram com precisão a relação entre as estruturas anatômicas, visto que a TCFC evidenciou informações distintas. Recomenda-se o uso da tomografia computadorizada de feixe cônico em casos de proximidade/sobreposição dos terceiros molares e o canal mandibular, e assim, reduzir os riscos associados aos procedimentos cirúrgicos.Item Acesso aberto (Open Access) Diagnóstico e tratamento de dentes supranumerários: relato de caso(2025-11-05) Martins, Rayanne Faria; Caetano, Roberta Mansur; Lima, Carlos Augusto de Souza; Lima, Daniela Coelho de; Guimarães, Tatiany Gabrielle Freire AraújoAs anomalias de desenvolvimento referentes ao número de dentes referem-se ao desenvolvimento de um menor número de dentes na hipodontia e de um maior número de dentes chamada hiperdontia, sendo o termo dente supranumerário utilizado para se referir ao dente adicional. O objetivo deste estudo sobre dentes supranumerários foi abordar do diagnóstico ao tratamento, utilizando um relato de caso clínico. Trata-se de paciente com 13 anos de idade, melanoderma, que realizou uma radiografia panorâmica, na qual foi detectada a presença de dentes supranumerários na região de pré-molares inferiores, bilateralmente. Foi realizada tomografia computadorizada por feixe cônico da mandíbula para precisa análise do posicionamento desses dentes e de sua relação com as estruturas anatômicas adjacentes. Optou-se pelo tratamento cirúrgico para remoção dos dentes supranumerários, cujo acesso foi realizado pela lingual das respectivas regiões e utilização de biomateriais para regeneração tecidual das regiões afetadas. O paciente será monitorado por 6 meses e encaminhado para tratamento das lesões cariosas e prosseguir no tratamento ortodôntico. Concluiu-se que as informações coletadas no presente estudo corroboram com os dados da literatura.
