Bacharelado Interdisciplinar em Ciência e Economia
URI Permanente para esta coleçãohttps://repositorio.unifal-mg.edu.br/handle/123456789/2602
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Navegando Bacharelado Interdisciplinar em Ciência e Economia por Assunto "Análise Exploratória de Dados Espaciais (AEDE)"
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Item Acesso aberto (Open Access) Análise da dependência espacial no seguro rural em 2023: evidências para o Brasil, Sul e Centro-Oeste à luz do Índice I de Moran(2026-05-28) Andrade, Amanda Teodoro; Ramos, Patrícia de Siqueira; Biazoli, Leonardo; Mendonça, Walef Machado deO seguro rural configura-se como um instrumento indispensável para a mitigação dos riscos inerentes à atividade agropecuária, contribuindo para a estabilidade financeira dos produtores e para o funcionamento da política agropecuária no Brasil, apesar de sua difusão ainda limitada e de sua distribuição não homogênea no território nacional. Nesse contexto, este trabalho tem como objetivo aplicar a Análise Exploratória de Dados Espaciais (AEDE), com vistas a investigar a existência de dependência espacial nas variáveis associadas ao seguro rural, a saber: apólices, total segurado, prêmio, subvenção e indenização. Assim, a análise é conduzida para o conjunto dos municípios brasileiros e, adicionalmente, para os recortes regionais do Sul e do Centro-Oeste, tomando como referência o ano de 2023. Para tanto, são utilizados dados do Sistema de Subvenção Econômica ao Prêmio do Seguro Rural (SISSER), disponibilizados pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA). Metodologicamente, empregam-se a estatística global I de Moran e os Indicadores Locais de Associação Espacial (LISA), com o propósito de identificar padrões de associação espacial e a formação de agrupamentos. Os resultados, por sua vez, evidenciam a presença de autocorrelação espacial positiva e estatisticamente significativa em todas as variáveis analisadas, indicando que municípios com características semelhantes tendem a se agrupar no espaço, seja no plano nacional, seja no regional. De igual modo, a análise local revela a formação de clusters alto-alto em regiões com maior dinamismo agropecuário, especialmente no Sul e em partes do Centro-Oeste, ao passo que padrões baixo-baixo se concentram em áreas com menor inserção no mercado de seguros, como o Norte e o Nordeste. Tais achados reforçam a existência de uma distribuição espacial desigual da atividade securitária no território brasileiro.
