Trabalhos acadêmicos
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Navegando Trabalhos acadêmicos por Assunto "3D printing"
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Item Acesso aberto (Open Access) Comparação das propriedades mecânicas de resinas destinadas à fabricação de placas oclusais produzidas por prensagem, fresagem, impressão 3D e injeção termopolimerizável(2026-02-20) Reis, Kélisson Duarte; Goyatá, Frederico dos Reis; Pinto, Greciana Bruzi Brasil; Laxe, Laísa Araujo CortinesAs placas oclusais são amplamente empregadas no diagnóstico diferencial e no tratamento dos hábitos parafuncionais, como o bruxismo e o apertamento dentário, contribuindo para a proteção das estruturas dentárias e para a redução da sintomatologia associada à hiperatividade muscular. O método de confecção desses dispositivos pode influenciar significativamente suas propriedades mecânicas, com impacto direto na durabilidade e no desempenho clínico. O objetivo deste estudo foi comparar a microdureza Vickers, a resistência à flexão e o módulo de elasticidade de resinas acrílicas utilizadas na confecção das placas oclusais produzidas por quatro métodos distintos: prensagem Convencional, Fresagem CAD/CAM, Impressão 3D e Injeção automatizada de resina acrílica termopolimerizável (Injeção). Foram confeccionados 48 corpos de prova, distribuídos em quatro grupos experimentais (n = 12), de acordo com o método de fabricação e o material utilizado: resina acrílica termoativada Clássico® (Convencional), Block PMMA pré-polimerizado Primavita (Fresagem CAD/CAM), resina fotopolimerizável Smart Print Bio Bite Splint Clear® (Impressão 3D) e resina acrílica termopolimerizável IvoBase Hybrid® (Injeção). Os resultados evidenciaram desempenho mecânico superior para os grupos Fresagem CAD/CAM e Injeção em todas as propriedades avaliadas. Na resistência à flexão, Fresagem CAD/CAM (118,70 ± 5,81 MPa) e Injeção (110,62 ± 6,10 MPa) apresentaram valores significativamente superiores aos grupos Convencional (91,72 ± 7,53 MPa) e Impressão 3D (68,91 ± 1,92 MPa) (p < 0,05), sem diferença estatisticamente significativa entre si (p > 0,05). Tendência semelhante foi observada para o módulo de elasticidade, Fresagem CAD/CAM (3,08 ± 0,04 GPa), Injeção (3,04 ± 0,06 GPa), Convencional (2,86 ± 0,07 GPa) e Impressão 3D (1,76 ± 0,06 GPa) e para microdureza Vickers, com Fresagem CAD/CAM (44,78 ± 1,20 HV) e Injeção (43,64 ± 1,19 HV) apresentando valores estatisticamente superiores aos métodos Convencional (34,32 ± 2,62 HV) e Impressão 3D (22,03 ± 0,51 HV). Conclui-se que o método de fabricação exerce influência significativa sobre as propriedades mecânicas das resinas acrílicas. Técnicas de Fresagem CAD/CAM e Injeção destacam-se como opções mais indicadas para situações clínicas que exigem elevada resistência mecânica, oferecendo desempenho semelhante, enquanto os métodos Convencional e Impressão 3D apresentam limitações potenciais frente a cargas oclusais intensas.Item Acesso aberto (Open Access) Maximização da atividade de transfrutosilação de células de Aspergillus oryzae IPT-301 imobilizadas em suportes de PLA fabricados por impressão 3D, visando a produção de fruto-oligossacarídeos em sistemas batelada e de leito fixo(2026-02-19) Santos, Andressa Basso dos; Morales, Sergio Andres Villalba; Rolemberg, Marlus Pinheiro; Almeida, Alex Fernando deOs fruto-oligossacarídeos (FOS) são carboidratos funcionais de elevado valor agregado, produzidos por catálise enzimática a partir da sacarose. O uso de células imobilizadas representa uma alternativa promissora para síntese contínua, conferindo maior estabilidade e reaproveitamento do biocatalisador. Entre os fatores estruturais que influenciam esse desempenho, a porosidade dos suportes exerce papel fundamental na retenção celular e na acessibilidade do substrato aos sítios ativos. Neste trabalho, avaliou-se a maximização da atividade de transfrutosilação de células de Aspergillus oryzae IPT-301 imobilizadas em suportes tridimensionais de poli(ácido lático) (PLA), fabricados por impressão 3D com diferentes porosidades, em sistemas de reação em batelada e em reator de leito fixo. Os suportes apresentaram porosidades de 49,0%, 61,8% e 64,3% e foram obtidos por manufatura aditiva do tipo FDM. A influência da porosidade na imobilização celular e na atividade de transfrutosilação foi investigada, bem como os efeitos da concentração de sacarose e da velocidade de agitação (batelada) e da concentração de sacarose e vazão volumétrica (leito fixo), empregando delineamento composto central rotacional (DCCR). Os biocatalisadores obtidos após 38 h de cultivo submerso apresentaram maiores atividades de transfrutosilação quando comparados aos obtidos após 32 h, com atividades específicas de 222,18 U·g⁻¹ ± 10,65 (49,0%), 394,14 U·g⁻¹ ± 57,82 (61,8%) e 398,09 U·g⁻¹ ± 37,99 (64,3%). O suporte de menor porosidade apresentou a maior atividade absoluta (169,96 U), enquanto os suportes mais porosos apresentaram atividades absolutas de 66,62 U e 43,03 U. Nos ensaios em reator batelada, as maiores atividades de transfrutosilação foram observadas na condição central do planejamento experimental, correspondentes a 175 rpm e 400 g·L⁻¹ de sacarose. Nessas condições, foram obtidas atividades máximas de 361,85 U·g⁻¹ ± 7,92 para o suporte de 49,0% e 605,88 U·g⁻¹ ± 52,89 para o suporte de 64,3%. Na validação experimental em reator batelada, a atividade máxima observada foi de 386,97 U·g⁻¹ ± 12,74 no tempo de 3 h para o suporte de 49,0% e de 520,94 ± 24,98 também no tempo de 3 h para o suporte de 64,3%. Nos ensaios em reator de leito fixo, sob as condições ótimas definidas pelo planejamento experimental (400 g·L⁻¹ de sacarose e 4 mL·min⁻¹), a atividade máxima observada foi de 52,3 U·g⁻¹ ± 9,04. Durante a validação experimental, a atividade variou entre 176,8 ± 20,42 e 8,37 ± 0,72 U·g⁻¹ ao longo de 35 horas de operação contínua.
