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Navegando por Autor "Ferreira, Amanda Esteves Rocha"

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    ItemAcesso aberto (Open Access)
    Avaliação do processo inflamatório pulmonar em murinos infectados pelo Schistosoma mansoni e estimulados com LPS
    (Universidade Federal de Alfenas, 2014-02-14) Ferreira, Amanda Esteves Rocha; Pereira, Alessandro Antônio Costa; Pinto, Priscila De Faria; Caldas, Ivo Santana
    A esquistossomose, causada pelo helminto do gênero Schistosoma, é uma doença negligenciada no mundo e apresenta alta prevalência por estar associada principalmente com saneamento básico e educação sanitária insuficientes. A doença desenvolve formas clínicas no seu hospedeiro vertebrado, inicia-se com uma fase aguda e posterior desenvolvimento da fase crônica. A fase crônica da doença acarreta maiores prejuízos, um deles é o desenvolvimento de lesões no fígado, baço, intestino e pulmões. A hipertensão portal causada pela doença permite a migração de ovos aos pulmões, onde inicia-se uma resposta inflamatória granulomatosa. A migração de ovos pelos órgãos pode favorecer o deslocamento conjunto de bactérias em uma infecção natural. Para o estudo da ação das bactérias no organismo é comum a utilização de endotoxina da parede de bactérias Gram-negativas, denominada lipopolissacarídio (LPS). Neste trabalho, avaliamos o processo inflamatório pulmonar estimulado com LPS em animais infectados com Schistosoma mansoni em fase crônica. Os grupos de estudo foram divididos em Controle/Salina (dividido nos períodos de 6h (n=6) e 24h (n=6)), Schisto (com 120 dias de infecção (n=6)), LPS (dividido nos períodos de 6h (n=6) e 24h (n=6)) e LPS/Schisto (dividido nos períodos de 6h (n=6) e 24h (n=6)). Observamos o aumento de células polimorfonucleares (PMNs) nas primeiras 6 horas após a inoculação de LPS, no grupo LPS (p<0,001) em relação aos demais grupos; e o aumento (p<0,001) de PMNs no grupo LPS/Schisto em relação aos grupos Controle/Salina e Schisto. Após 24 horas da inoculação de LPS, o processo inflamatório modificou-se com o aumento de células mononuclerares (MNs), exceto no grupo Controle/Salina (p<0,001). O número de PMNs permaneceu aumentado no grupo LPS/Schisto em relação ao grupo Controle/Salina (p<0,001) e ao grupo Schisto (p<0,05). A dosagem da concentração de óxido nítrico aumentou no grupo LPS (p<0,001) em relação aos demais grupos, e no grupo LPS/Schisto (p<0,001) em relação aos grupos Controle/Salina e Schisto em 6 horas após a inoculação do LPS. Os granulomas pulmonares não sofreram alteração significativa no tamanho entre os grupos Schisto e LPS/Schisto. Sugerimos com este trabalho que a esquistossomose em fase crônica pode causar a imunossupressão de uma infecção bacteriana Gram-negativa concomitante.

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