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Navegando por Autor "Moraes, Gabriel Martins"

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    ItemAcesso aberto (Open Access)
    Determinação da composição química e avaliação da atividade biológica do extrato etanólico de própolis de Frieseomelitta varia: ensaios in vitro e in vivo em modelo de Galleria mellonella
    (2025-12-18) Moraes, Gabriel Martins; Ikegaki, Masaharu; Melo, Priscilla Siqueira; Dias, Amanda Latércia Tranches
    Os produtos naturais desempenham papel essencial no desenvolvimento científico, fornecendo compostos bioativos com potencial aplicação em saúde e biotecnologia. Este estudo investigou a composição química e a atividade biológica dos extratos etanólicos de própolis (EEP) de Frieseomelitta varia, uma abelha sem ferrão pouco estudada. As amostras foram coletadas em Viçosa, Minas Gerais, e extraídas por maceração com etanol P.A., devido à sua eficiência na extração de compostos bioativos, seguindo protocolo padronizado. Para ampliar o conhecimento sobre a bioatividade desta própolis, foram quantificados os compostos fenólicos totais e flavonoides totais, avaliadas a capacidade antioxidante por diferentes métodos (DPPH, ABTS, FRAP e ORAC) e investigadas a atividade antimicrobiana in vitro e in vivo, bem como a toxicidade in vivo utilizando Galleria mellonella como modelo experimental. A quantificação de fenólicos totais, pelo método de Folin-Ciocalteu, variou entre 21,57 ± 2,2 e 25,65 ± 1,21 mg GAE/g de extrato, ligeiramente superior a valores previamente reportados para a espécie, enquanto o teor de flavonoides totais foi de 0,1314 ± 0,069 mg EQ/g. A análise química revelou que os extratos são ricos em terpenoides, destacando-se ácido corosólico, ácido desidroabiético e ácido betulínico. A atividade antioxidante foi expressiva: DPPH variou de 21,69 ± 0,46 a 30,72 ± 0,74 μmol TEAC/g; ABTS, de 162,02 ± 5,74 a 237,58 ± 1,81 μmol TEAC/g; FRAP, de 52,47 ± 2,42 a 54,65 ± 4,62 μmol FeSO₄/g; e ORAC, de 1,287 ± 0,65 a 2,276 ± 0,50 μmol TEAC/mg, evidenciando o potencial antioxidante. A atividade antimicrobiana in vitro foi observada contra Bacillus cereus, com CIM entre 500 e 1000 μg/mL, não havendo efeito sobre Escherichia coli, Staphylococcus aureus, Listeria monocytogenes, Pseudomonas aeruginosa ou Candida albicans. A avaliação de toxicidade in vivo em G. mellonella, com dose de 1600 mg/kg, não apresentou diferenças significativas na sobrevivência ou no índice de saúde em relação ao controle, indicando baixa toxicidade dos EEP. Entretanto, a própolis não demonstrou atividade antimicrobiana in vivo, não impedindo a mortalidade das larvas infectadas por B. cereus. A escassez de estudos sobre a própolis de F. varia dificulta comparações com a literatura, reforçando a relevância desta pesquisa para ampliar o conhecimento sobre a composição química, potencial antioxidante e atividade biológica desta espécie de abelha sem ferrão.

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