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Navegando por Autor "Oliveira, Fernanda Cristina Silva De"

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    Uso da amitriptilina e a importância da sua substituição pela fluoxetina durante a prenhez: efeitos reprodutivos, gestacionais e no desenvolvimento da prole
    (Universidade Federal de Alfenas, 2018-03-09) Oliveira, Fernanda Cristina Silva De; Paffaro, Andréa Mollica Do Amarante; Leitão, Silvia Graciela Ruginsk; Bevilacqua, Estela
    A depressão é descrita como uma das patologias que mais atinge pessoas, sendo as mulheres mais susceptíveis, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). O desenvolvimento da depressão durante a gestação pode acarretar prejuízos tanto para as mulheres quanto para seus descendentes, sendo necessário um tratamento medicamentoso para a gestante. Entretanto, pouco se sabe a respeito de uma gestação frente ao uso de fármacos antidepressivos. Portanto, esse trabalho teve como objetivo avaliar o uso da amitriptilina (AMT), durante a fase reprodutiva e todo o período de prenhez em camundongos, assim como a prática da substituição deste fármaco pela fluoxetina (FLX), no final do período embrionário e seus possíveis efeitos na gestação, no pós-natal e no desenvolvimento da prole. Com este intuito, fêmeas Swiss foram tratadas com AMT (20mg/Kg) 10 dias antes e durante o acasalamento, via gavagem orogástrica e divididas em dois grupos. No primeiro, a AMT foi mantida durante toda a prenhez e no segundo ocorreu a substituição pela FLX (10mg/Kg), no 14º dia de gestação (ddg). No Controle, as fêmeas foram tratadas com a solução de carboximetilcelulose a 1%. Durante a prenhez, foi acompanhado peso e ingestão materna e no 18º ddg algumas fêmeas foram eutanasiadas para análise gestacional e placentária. Em outro conjunto de fêmeas, a gestação foi à termo, a prole foi normalizada em 6 filhotes (3 machos/3 fêmeas) para avaliação do comportamento materno, análise do desenvolvimento da prole durante 30 dias de vida e testes análise de depressão e ansiedade na prole jovem. Os resultados apresentaram uma dificuldade de prenhez de 52,95% nas mães tratadas, além de um aumento significativo na taxa de natimortos e morte neonatal, no tratamento com a AMT. O peso das mães tratadas com AMT e AMT+FLX mostraram diferença significativa nos últimos dias de gestação, não alterando o peso e o de crescimento intrauterino. A placenta do grupo AMT apresentou alterações evidentes como: o aumento da área do espongiotrofoblasto, redução do labirinto, presença de edema e áreas em degeneração, no entanto essas alterações foram amenizadas no grupo AMT+FLX. Não foi constatado nenhuma anormalidade na prole, porém, na puberdade, os filhotes do grupo AMT apresentaram-se menores no peso e tamanho. No entanto, a distância anus/genital (DAG) das fêmeas aumentou. Houve um atraso na erupção dos incisivos em ambos tratamentos. O cuidado materno não apresentou diferenças frente a utilização dos fármacos, juntamente com os testes de ansiedade e depressão na prole. Em conclusão, os dados apontam que o tratamento com AMT reduz a chance de uma gestação, apresenta alterações placentárias, e aumenta o número de natimortos e morte neonatal, remetendo a um quadro semelhante a doenças hipertensivas. No entanto, a troca pela FLX ameniza estes problemas. A AMT ainda está associada a uma diminuição de peso e tamanho da prole e uma suspeita de masculinização dos filhotes fêmeas. Entretanto, nenhum dos tratamentos parece interferir no comportamento materno, ou nos padrões de depressão e ansiedade da prole. Dentro destes achados, pode-se constatar que a substituição da AMT pela FLX parece ser a melhor conduta.

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