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Navegando por Autor "Souza, Andressa Cardoso Amorim"

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    ItemAcesso aberto (Open Access)
    Comparação entre instrumentação rotatória e manual em biopulpectomias de molares decíduos: um ensaio clínico aleatório duplo-cego de 9 meses
    (Universidade Federal de Alfenas, 2020-02-04) Souza, Andressa Cardoso Amorim; Sakai, Vivien Thiemy; Nicoli, Naiana Viana Viola; Paschoal, Marco Aurélio Benini
    Objetivos: Avaliar, por meio de análises clínicas e radiográficas, o tempo e a eficácia da instrumentação rotatória e da instrumentação manual; a qualidade da obturação e da restauração final no preparo biomecânico de molares decíduos inferiores durante o procedimento de biopulpectomia; e a velocidade de reabsorção do material obturador frente à rizólise. Método: Após aprovação pelo Comitê de Ética em Pesquisa, foi realizado um estudo com intervenção e quantitativo, de delineamento longitudinal, com 40 crianças com idade média de 7,6 anos, por meio do tratamento de biopulpectomias e acompanhamento das variáveis clínicas e radiográficas durante 3, 6 e 9 meses. Os dentes foram aleatoriamente divididos nos grupos manual (biopulpectomia com limas manuais tipo Kerr) ou rotatório (biopulpectomia com limas rotatórias Hyflex EDM®), e tratados pelas técnicas convencionais de obturação e de restauração em uma única sessão. Foram considerados como sucesso clínico dentes com ausência de dor, sensibilidade à percussão, abscesso/fístula e mobilidade patológica. O sucesso radiográfico foi considerado quando os dentes apresentaram ausência de área inter-radicular radiolúcida e lesão periapical, bem como presença de ligamento periodontal íntegro e obturação satisfatória. As avaliações das restaurações seguiram os critérios do United States Public Health Service (USPHS). Os dados foram analisados estatisticamente utilizando o programa Statistical Package for the Social Sciences (SPSS), versão 20.0, através de testes descritivos e inferenciais (Qui-quadrado de Pearson e Mann-Whitney) e equações de estimação generalizada (GEE), ao nível de significância de 5%. Resultados: O tempo de instrumentação foi significativamente maior no grupo manual do que no rotatório (20,24 e 11,30 minutos, respectivamente; p=0,001). Não houve diferença estatisticamente significativa entre os grupos em relação ao sucesso clínico e radiográfico ao longo dos 9 meses de acompanhamento. Independente do grupo, houve uma correlação estatisticamente significativa entre a retenção das restaurações e a presença de lesão periapical, sendo que dentes que tiveram falha na restauração apresentaram mais lesões periapicais aos 3, 6 e 9 meses. Conclusão: Ambas as técnicas de instrumentação foram efetivas, sem diferenças entre as taxas de sucesso clínico e radiográfico e a qualidade de obturação, embora a instrumentação rotatória tenha permitido a execução do tratamento em um menor tempo clínico. O material obturador apresentou reabsorção na mesma velocidade que o processo de rizólise durante os nove meses de acompanhamento. Ademais, a retenção da restauração mostrou-se tão importante quanto a instrumentação do canal no que se refere ao prognóstico do tratamento.

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