Fisioterapia
URI Permanente para esta coleçãohttps://repositorio.unifal-mg.edu.br/handle/123456789/2622
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Navegando Fisioterapia por Orientador(a) "Terra, Andreia Maria Silva Vilela"
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Item Acesso aberto (Open Access) A influência da fisioterapia aquática no equilíbrio estático e dinâmico por meio estabilometria, pressão plantar, distribuição de peso para prevenção de quedas em idosos: estudo piloto(2025-11-24) Gomes, Taynara Aparecida Sant' Ana; Freitas, Mariele Francelino de; Terra, Andreia Maria Silva Vilela; Oliveira, Dayane Capra de; Barú, João Paulo da Silva TeixeiraIntrodução: O envelhecimento populacional acarreta alterações fisiológicas e biomecânicas que comprometem o equilíbrio e a marcha, aumentando o risco de quedas entre idosos. A degeneração do sistema vestibular, a redução da força muscular e as adaptações compensatórias na locomoção afetam diretamente a estabilidade postural. Nesse contexto, a fisioterapia aquática destaca-se como estratégia promissora para melhorar o equilíbrio e prevenir quedas. Objetivo: Avaliar o impacto da fisioterapia aquática no equilíbrio estático e dinâmico, na mobilidade e no risco de quedas em pessoas idosas. Métodos: Trata-se de um estudo piloto, longitudinal, de caráter quase experimental, composto por uma amostra de 5 idosos, com idade entre 70 e 79 anos, recrutadas por meio da lista de espera da clínica de fisioterapia da UNIFAL e de forma online através de mídias sociais. As atividades de fisioterapia aquática foram realizadas em grupo, duas vezes por semana, com duração de 60 minutos, durante 12 semanas. Foram aplicados como instrumentos de avaliação: o questionário Falls Efficacy Scale-International (FES-I), o Timed Up and Go (TUG), a escala de equilíbrio Berg (EEB) e o baropodômetro estática e dinâmica. Todas as avaliações foram aplicadas em três momentos: baseline, após 12 sessões e após 24 sessões de atendimento. A intervenção consistiu em um protocolo com fase 1, 2 e 3, sendo respectivamente, exercícios de equilíbrio estático, exercício de equilíbrio dinâmico e exercício de equilíbrio dinâmico contra-fluxo e a favor do fluxo. Resultado: O teste de TUG reduziu significativamente após 12 sessões e após 24 sessões (p=0,008). O teste dinâmico mostra redução significativa na pressão plantar para os dedos (ante-pé - p=0,03) e aumento na pressão plantar no calcâneo lateral (retropé - p=0,01). As demais variáveis não foram encontradas diferença estatística (p>0,05). Conclusão: O estudo piloto demonstrou que a fisioterapia aquática produziu melhora na mobilidade e promoveu melhora no equilíbrio dinâmico (redistribuição da pressão plantar durante marcha)das pessoas idosas. Estes achados devem ser considerados preliminares devido ao pequeno tamanho amostral; estudos com amostras maiores são necessários para confirmar estes efeitos e avaliar sua relevância clínica.Item Acesso aberto (Open Access) Efeito da estimulação transcraniana por corrente contínua nos parâmetros de dor e na atividade elétrica muscular para o tratamento da lombalgia crônica inespecífica: ensaio clínico randomizado(2025-11-14) Siqueira, Giovana Rocha Barros Leite de; Terra, Andreia Maria Silva Vilela; Simão, Adriano Prado; Mendes, Érick FonsecaContexto: A dor lombar crônica inespecífica é uma condição incapacitante que afeta globalmente milhões de pessoas e é a principal causa de incapacidade em diversos países. A relevância do estudo reside na necessidade de investigar intervenções eficazes no manejo da dor uma vez que as opções terapêuticas atuais ainda apresentam limitações. A combinação de estimulação elétrica transcraniana por corrente contínua (tDCS) com exercícios físicos vem com uma proposta de estratégia inovadora. Objetivo: Verificar o efeito da Estimulação Transcraniana por Corrente Contínua nos parâmetros de dor e na atividade elétrica muscular em pessoas com lombalgia crônica inespecífica. Métodos: O estudo caracteriza-se como um ensaio clínico randomizado cego, com uma amostra composta por 10 indivíduos com lombalgia crônica inespecífica. Os participantes foram distribuídos aleatoriamente em dois grupos: grupo placebo (n=5) e grupo experimental (n=5). A intensidade da dor foi avaliada por meio da Escala de Dor Crônica Graduada (EDCG) e da Escala Visual Analógica (EVA). O desempenho funcional foi mensurado pelo Questionário Rolland Morris (RMDQ), e também foi avaliada a atividade elétrica muscular pela Eletromiografia de Superfície (EMG). O protocolo experimental consistiu em exercícios físicos combinados à tDCS, totalizando 20 atendimentos, sendo os 10 primeiros consecutivos e os 10 seguintes alternados. O grupo placebo recebeu a intervenção com o aparelho desligado. As coletas de dados foram realizadas nos momentos 0 (inicial), 1 (após a 10ª sessão) e 2 (após a 20ª sessão), com exceção da EVA, aplicada ao final de cada atendimento. Resultados: Dentro da escala visual analógica do grupo placebo e experimental nos tempos de avaliação notou-se que não houve diferença estatística entre os grupos (p = 0,40) e na interação (p = 0,64). Entretanto, houve diferença estatística nos tempos para o grupo experimental na décima primeira e décima nona sessão (p<0,000), com redução nos valores em comparação com o baseline. Com os resultados da Escala de dor crônica graduada (EDCG) e o Questionário de Roland-Morris (QRM) notou-se que houve redução significativa entre os tempos Baselinex10 e Baselinex20 para o QRM no grupo placebo. Houve redução significativa nos tempos Baselinex20 para a pergunta 1 no grupo experimental. Houve redução significativa nos tempos Baselinex10 e Baselinex20 para intensidade e característica da dor no grupo placebo. Não houve diferença estatística para a pergunta 5 e houve redução significativa nos valores do score de incapacidade nos tempos 10x20 para o grupo placebo. Para atividade eletromiográfica dos músculos abdominais e longíssimo lombar bilateralmente notouse que para os valores da raiz quadrada da média normalizada (RMSN) e frequência mediana não tiveram diferenças estatísticas nos tempos e nos grupos. Conclusão: Conclui-se que a estimulação transcraniana por corrente contínua manteve os efeitos na intensidade de dor, na funcionalidade e na atividade elétrica muscular quando os grupos foram comparados. Por outro lado, teve efeito positivo na intensidade na dor e funcionalidade para ambos os grupos. Sugere uma amostra maior para melhor comprovação dos resultados.
