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    ItemAcesso aberto (Open Access)
    Análise da expressão gênica de vias angiogênicas no glioblastoma e investigação por docking molecular de flavonoides como potenciais inibidores
    (2025-12-15) Damasceno, Larissa Pereira; Silveira, Nelson José Freitas da; Dias, Marcos Vinicios Salles; Mariano,Caio Pacífico
    A angiogênese desempenha um papel crucial no desenvolvimento de tumores sólidos. Nesse contexto, o glioblastoma (GB), o tumor cerebral mais agressivo e vascularizado, e sua evolução dependem intensamente da formação de novos vasos sanguíneos. Considerando as limitações encontradas nas terapias atuais, como a resistência terapêutica e a impermeabilidade à barreira hematoencefálica, este estudo investigou genes angiogênicos superexpressos no GB. Além disso, visto o potencial de flavonóides no tratamento de diversas doenças, como no controle de mecanismos vasculares, o estudo também investiga o seu papel como moduladores antiangiogênicos por meio de análises in silico. Para isso, foram selecionados 270 genes pertencentes às vias VEGF, PI3K-Akt, HIF-1 e MAPK pela plataforma KEGG, e analisados os dados de expressão do dataset GSE4290. A análise diferencial identificou 217 genes expressos de forma significativa, revelando ativação simultânea de múltiplos programas pró-angiogênicos no GB. A partir dos genes superexpressos, foram selecionados dentre os 10 mais expressos os genes que impactaram em mais vias selecionando o VEGFA e ANGPT2. Com base na escolha dos genes foi selecionados os alvos proteicos VEGFR2 e TIE2, pois ambos atuam como receptores mediadores da sinalização induzidas pelos genes, para estudos de docking molecular com 20 flavonoides previamente descritos na literatura. A triagem virtual possibilitou a identificação de compostos com afinidade de ligação e potenciais interações inibitórias apenas para VEGFR2. Além disso, a análise de permeabilidade cerebral (BBB) destacou flavonoides com maior probabilidade de atravessar a barreira hematoencefálica, reforçando seu potencial terapêutico. Em conjunto, os resultados apontam flavonoides promissores como candidatos para estratégias antiangiogênicas no GB, integrando bioinformática, análise de expressão e modelagem molecular para a desenho racional de novos compostos.
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    ItemAcesso aberto (Open Access)
    Análise da replicação de fagos que infectam Pseudomonas aeruginosa na presença de mucina.
    (2025-12-11) Gabriel, Matheus Luca Carotta; Coelho, Luiz Felipe Leomil; Ferreira, Alessandro Vieira; Terceti, Mateus de Souza
    Pseudomonas aeruginosa é uma bactéria Gram-negativa patogênica que acomete indivíduos imunossuprimidos com fibrose cística, carcinomas ou queimaduras. Devido à ineficácia dos antibióticos frente às cepas multirresistentes, a fagoterapia tem demonstrado resultados promissores em ensaios clínicos contra infecções bacterianas. Otimizar o isolamento de fagos com potencial proteção de mucosas infectadas, possibilita a criação de medidas profiláticas, sanitizantes e formulações terapêuticas. O estudo buscou desenvolver uma metodologia de triagem in vitro, utilizando como controle bacteriófagos fenotipicamente conhecidos, VAC1.1 não ligante e VAC3.1 ligante a mucina, desta maneira classificando bacteriófagos líticos com replicação diferencial frente à esta glicoproteína que compõe o muco. A cepa de P. aeruginosa PA14 foi incubada e utilizada como hospedeiro para os fagos controles, em uma multiplicidade de infecção (MOI) de 1, utilizando caldo Luria Bertani (LB) 0,5× em mucina 0,5%, concentração definida por apresentar alteração fenotípica significativa e aumento das UFC/mL bacteriana. Diante disto, com os testes estatísticos realizados com os controles, foi determinado que fagos ligantes, seriam aqueles que apresentam aumento biológico significativo de 3 casas logarítmicas na UFP/mL frente ao controle com ausência de mucina. Portanto, através deste teste diferencial, foi possível isolar 5 fagos com replicação diferencial em mucina, sendo eles VAC1.1.1.1, VAC2.2, VAC 8.1 e VAC2.1.1.1, VAC2.1.2.1, determinando sua viabilidade e efetividade para usos em trabalhos posteriores para isolar bacteriófagos de interesse. Dessa forma, conclui-se que, esta metodologia in vitro permitiu a classificação dos bacteriófagos de acordo com sua ligação à mucina de maneira eficaz. A identificação e classificação de bacteriófagos é importante para compreensão da interação fago-mucosa e para o uso racional da fagoterapia frente a infecções por P. aeruginosa e outras bactérias multirresistentes.
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    ItemAcesso aberto (Open Access)
    Consumo de 2,4-D (Diclorofenoxiacético) durante a gestação de camundongos e seus efeitos na morfologia do útero e na biologia das células Natural Killer uterinas (uNK)
    (2025-06-18) Martinho, Luana de Oliveira; Paffaro Junior, Valdemar Antonio; Zavan, Bruno; Paffaro, Andrea Mollica do Amarante
    O ácido 2,4-diclorofenoxiacético (2,4 D) é um dos herbicidas mais utilizados no mundo, ele é um herbicida de pré e pós-emergência utilizado para o controle de ervas daninhas de folha larga presentes nas culturas de cana-de-açúcar, milho, arroz etc. A exposição a tal composto se dá através de contato ocupacional na silvicultura (Produção de matéria-prima florestal, cultivo de florestas), agricultura e através do consumo de água e alimentos contaminados. Estudos recentes sobre o consumo crônico de ratos com ração contaminada por 2,4 D apresentaram efeitos negativos nos organismos como doenças neurológicas, imunotoxicidade e distúrbios reprodutivos onde os animais sofreram uma alteração significativa na movimentação e morfologia dos espermatozoides. Em outros foi realizada a análise da toxicidade do herbicida 2,4‐D sobre o desenvolvimento inicial de embriões de ave (Gallus gallus domes), estes apresentaram resultados preocupantes quanto exposição pré-natal. No entanto, ainda são fracas as evidências dos mecanismos de toxicidade e dos seus efeitos em períodos pré e pós-natal no desenvolvimento de diferentes espécies. Assim, o presente estudo visou estudar os efeitos da ingestão de ácido 2,4 D na gestação de camundongos, na expressão do açúcar N-acetil-D-galactosamina nas células Natural Killer Uterinas e na incidência e quantidade das diferentes fases de diferenciação destas células, bem como, na morfologia das arteríolas espiraladas do útero importantes para a nutrição eficiente do embrião implantado. Foram utilizados camundongos fêmeas da linhagem Swiss, que foram acasaladas com machos da mesma linhagem. As fêmeas prenhes foram tratadas durante a gestação por meio de gavagem com três diferentes concentrações do ácido 2,4‐ D diluído em água. Esses animais foram eutanasiados no 10 dia de gestação. Após a eutanásia, foram contados e avaliados os sítios de implantação embrionária e estes foram embebidos em parafina para a realização de cortes histológicos, os quais foram submetidos à avaliação morfológica por meio da coloração com Hematoxilina e Eosina (HE) e histoquímica com a lectina DBA. O 2.4-D foi capaz de diminuir a reatividade das células uNK uterinas revelando uma maior expressão de N-acetil-D-Galactosamina na superfície e grânulos destas células. O 2,4 D modificou o número e incidência das uNK na região mesometrial destes animais, sugerindo uma aceleração na diferenciação, bem como, ativação da citotoxidade destas células. Além disso, as artérias espiraladas uterinas estavam mais espessas e os sítios de implantação apresentavam sinais de hemorragia em animais tratados com 2.4-D. Os resultados, em conjunto, demonstraram a toxidade dose dependente do 2.4-D sobre a gestação, causando, até mesmo, perda gestacional em animais submetidos à concentração mais alta deste pesticida.
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    ItemAcesso aberto (Open Access)
    Elaboração e caracterização eletroanalítica de biossensores de alfa-amilase para aplicações biotecnológicas
    (2025-10-24) Miguel, Maria Eduarda Gibertoni; Bispo, Livia Silva; Silva, José Maurício S. Ferreira da; Pereira, Ernandes Benedito; Hornink, Gabriel Gerber
    Os biossensores eletroanalíticos têm grande potencial para a detecção de biomoléculas em áreas clínicas, ambientais e industriais, oferecendo vantagens como alta sensibilidade, portabilidade e baixo custo em relação aos métodos tradicionais. Este estudo descreve o desenvolvimento de um biossensor baseado na imobilização adsortiva de alfa-amilase em matriz complexa, enzima responsável pela hidrólise do amido em açúcares redutores, visando a aplicação em monitoramento biotecnológico, principalmente na indústria cervejeira. Ensaios colorimétricos (Teste de Complexação Amido-Iodo (Lugol) e Teste do ácido 3,5 - dinitrossalicílico (DNS)) avaliaram a atividade catalítica da enzima, mostrando, no Lugol, uma redução significativa da coloração azul nos primeiros 10 minutos e, no DNS, uma relação linear entre a concentração de maltose e a intensidade de absorbância, possibilitando a construção de curvas de calibração confiáveis. As análises eletroquímicas, realizadas por voltametria cíclica e cronoamperometria, indicaram um comportamento hiperbólico da corrente de pico anódica até 20 minutos, refletindo a cinética da hidrólise enzimática e confirmando a correlação entre a concentração enzimática e a intensidade do sinal. Comparando métodos de imobilização de adsorção quiescente e adsorção física, o carbono vítreo teve resposta linear satisfatória, comprovada pelo valor de R², a pasta de carbono apresentou menor estabilidade catalítica, e os eletrodos de fase sólida (SPE - Screen-printed Electrode) se destacaram por maior reprodutibilidade e sensibilidade, com diferenças estatísticas significativas (teste de Tukey, p < 0,05). A validação do sistema foi realizada em mosturação de malte de cevada cervejeiro, onde o biossensor monitorou a conversão do amido em açúcares fermentáveis por 30 minutos, com resultados confirmados pelo teste de Lugol, que mostrou redução da coloração azul da amilose. Esses resultados confirmam a viabilidade da imobilização de alfa-amilase em eletrodos de fase sólida como uma estratégia eficaz e de baixo custo para o desenvolvimento de biossensores, com grande potencial para o controle de processos biotecnológicos e industriais, especialmente no setor de alimentos e bebidas, além de aplicações clínicas e ambientais.
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    ItemAcesso aberto (Open Access)
    Hidrólise enzimática de óleos extrídos do bioma amazônia para a produção sustentável de ácidos graxos
    (2025-12-08) Luiz, Yasmim Fernandes; Mendes, Adriano Aguiar; Sabi, Guilherme José; Matheus, Lucas Borges
    O presente estudo tem como objetivo a produção de concentrados de ácidos graxos livres (AGLs), uma importante classe de compostos para a indústria oleoquímica, por hidrólise enzimática de óleos extraídos de espécies oleaginosas do bioma Amazônia como andiroba (Carapa guianensis), bacaba (Oenocarpus distichus) e castanha-do-Pará (Bertholletia excelsa). A formulação comercial em pó de lipase de Candida rugosa (LCR) foi empregada como biocatalisador. As reações de hidrólise foram conduzidas a 40 ºC em sistemas isentos de agentes emulsificantes e tamponantes com contínua agitação mecânica de 1500 rpm empregando uma concentração de LCR de 3,2 g L–1 em meios contendo apenas óleos vegetais e água (40% em massa de óleo). Embora os três óleos apresentem diferentes composições em ácidos graxos, similares perfis de hidrólise nos primeiros 90 min de reação foram obtidos (conversões entre 55% e 60%). A hidrólise completa dos óleos de andiroba, bacaba e castanha-do-Pará foi obtida após 210 min, 240 min e 270 min de reação, respectivamente. Análises de espectrometria no infravermelho (IV) confirmam a completa conversão dos óleos em AGLs. Estes resultados demonstram claramente que a LCR exibiu uma ampla especificidade e atividade catalítica na hidrólise de óleos com diferentes composições em ácidos graxos. Além disso estes resultados demonstram a relevância deste estudo na produção enzimática de concentrados de AGLs na ausência da suplementação de aditivos como emulsificantes e tamponantes, contribuindo na implementação de processos de interesse industrial com menor complexidade técnica e mais sustentáveis (baixo consumo energético e menor geração de resíduos).
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    ItemAcesso aberto (Open Access)
    Inibidores de monoamina oxidase na descoberta de novos compostos contra a doença de Parkinson: uma atualização
    (0025-11-04) Ribeiro, Luana Vergueiro; Viegas Junior, claudio; Pivatto, Amanda Danuello; Dias, Marcos Vinicios Salles
    A doença de Parkinson (DP) é uma doença neurodegenerativa (DN) progressiva de grande impacto socioeconômico, caracterizada pela perda gradual de neurônios dopaminérgicos, déficit de dopamina e pela ocorrência de processos como neuroinflamação, estresse oxidativo e acúmulo de α-sinucleína. As monoaminoxidases (MAOs) são enzimas responsáveis pela degradação de aminas neuroativas, incluindo a dopamina, um neurotransmissor essencial para funções motoras, cognitivas e comportamentais. Em especial, a MAO-B desempenha um papel central no metabolismo da dopamina, gerando metabólitos reativos e espécies oxidativas que contribuem para o estresse oxidativo associado à fisiopatologia da DP. Nesse contexto, a inibição da MAO-B vem despertando considerável interesse como alvo terapêutico promissor. No entanto, limitações específicas, como complicações motoras associadas ao uso prolongado da levodopa e os efeitos colaterais dos inibidores de MAO atualmente disponíveis, ainda representam desafios clínicos. Foi realizada uma busca bibliográfica abrangente nas plataformas PubMed e SciFinder, utilizando as palavras-chave “MAO inhibitors”, “Parkinson’s pathology”, “Parkinson’s disease”, combinadas por operadores booleanos (AND, OR, NOT), abrangendo o período de 2010 a 2025. A revisão identificou cerca de 300 compostos sintetizados e avaliados como inibidores de MAO, pertencentes a diversas classes químicas, incluindo derivados de indol, hidrazidas e hidrazonas, benzopironas, azóis e híbridos moleculares. Entre eles, compostos seletivos para MAO-B demonstraram maior potencial farmacológico, reforçando a relevância dessa isoforma como alvo estratégico no tratamento da DP. Esses achados evidenciam o avanço da Química Medicinal na busca por novos inibidores de MAO-B, tanto como monoterapia nas fases iniciais da DP quanto como adjuvantes à levodopa em estágios avançados, destacando seu potencial como candidatos promissores no desenvolvimento de terapias mais eficazes contra a DP.

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