Saúde da Família, modalidade residência
URI Permanente para esta coleçãohttps://repositorio.unifal-mg.edu.br/handle/123456789/2599
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Navegando Saúde da Família, modalidade residência por Assunto "Bedridden Person"
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Item Acesso aberto (Open Access) Laserterapia na cicatrização de lesões por pressão em pacientes acamados atendidos na Atenção Primária à Saúde de Alfenas: estudo piloto(2025-12-16) Ramos, Andressa Cristine da Silva; Silveira, Neidimila Aparecida; Aguiar, Ricardo Goes de; Lima, Rosana AparecidaAs Lesões por Pressão (LPP) são frequentes em pessoas acamadas e representam importante desafio para a Atenção Primária à Saúde (APS), especialmente no cuidado domiciliar. Este estudo teve como objetivo avaliar os efeitos da laserterapia de baixa intensidade no tratamento de LPP e na dor de pacientes acamados atendidos na APS de Alfenas-MG. Trata-se de uma pesquisa quase-experimental, realizada em domicílio, com cinco participantes e sete lesões. Utilizou-se laser vermelho de 660 nm, 100 mW, em técnica pontual, com dose de 3 J/cm² para LPP em estágio I (três vezes por semana, durante duas semanas) e 4 J/cm² para estágios II e III (três vezes por semana, durante três semanas), associado ao cuidado convencional. As lesões foram acompanhadas pelos escores da Pressure Ulcer Scale for Healing (PUSH) e medidas morfométricas em três momentos (T0, T1 e T2), e a dor avaliada pela escala Pain Assessment in Advanced Dementia (PAINAD) para não comunicantes e pela Escala Verbal Numérica (EVN), quando possível. Observou-se redução significativa do comprimento e da área das lesões (p=0,008) e do escore PUSH total e do componente “Tamanho” (p=0,037). Entre os não comunicantes, houve queda significativa do PAINAD total e dos domínios respiração, vocalização negativa, expressão facial e linguagem corporal durante a manipulação (p ≤ 0,023). No participante comunicante, a dor passou de 7/10 para 0/10 ao final do protocolo. Não foram registrados eventos adversos relacionados ao laser. Conclui-se que a laserterapia mostrou-se uma intervenção viável e segura no domicílio, com indícios de benefício sobre a cicatrização e a dor, sugerindo seu uso como terapia adjunta na APS e a realização de estudos controlados com amostras maiores.
