Letras – Línguas Estrangeiras
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Item Acesso aberto (Open Access) "Criatura humana": os direitos inalináveis e a empatia em "Frankenstein" em relação à ascensão do romance moderno(2025-11-26) Ribeiro, João Pedro de Souza Cobra; Biajoli, Maria Clara Pivato; Castro, Deborah Walter de Moura; Borges Júnior, Ciro LourençoO seguinte trabalho busca analisar o romance Frankenstein, ou o Prometeu Moderno (1818), de Mary Shelley (1797-1852), considerando os direitos humanos inalienáveis como primeiro constatados na Declaração de Independência dos Estados Unidos (1776). Será abordado, portanto, de quais formas os direitos à Vida, à Liberdade e à Procura da Felicidade podem ser identificados dentro da trama de Shelley, mais especificamente a partir das relações entre os personagens e das discussões e questionamentos levantados por eles. O trabalho também levará em conta a relação entre esses direitos com o movimento intelectual do Iluminismo e o impacto deste para a ascensão individualismo e do romance como gênero literário que, por sua vez, acabou por influenciar a difusão do senso de empatia. Como abordagem metodológica, partiremos de um levantamento bibliográfico referente às áreas de História, Filosofia e Literatura. Além disso, será feita uma análise detalhada das passagens do romance que discutem a questão de direitos, vida, liberdade, felicidade, bem como solidão, isolamento, identidade e alteridade relacionada aos textos teóricos lidos previamente. Como embasamento teórico, serão consultados certos trabalhos críticos como os de Charlotte Gordon (2020), Jean-Jacques Lecercle (1991), Lynn Hunt (2009), entre outros, que servirão de base para muitos dos apontamentos e relações nele feitos.Item Acesso aberto (Open Access) Primos-herdeiros e suas propostas: uma comparação de perspectivas indesejadas de casamento em orgulho e preconceito e persuasão e suas adaptações(2025-06-30) Duarte, João Pedro Carvalho; Biajoli, Maria Clara Pivato; Attie, Juliana Pimenta; Colasante, Renata CristinaEste trabalho analisa as propostas de casamento indesejadas realizadas pelos primos-herdeiros Mr. Collins, em Orgulho e Preconceito, e Mr. Elliot, em Persuasão, ambos romances de Jane Austen, comparando suas representações nas obras originais e em adaptações cinematográficas. O objetivo central é investigar como essas propostas refletem as normas sociais da Inglaterra Regencial e como as adaptações cinematográficas reinterpretam esses momentos, destacando possíveis distorções ou ênfase em relação ao material original. A metodologia consiste em uma análise comparativa entre os romances e suas adaptações para televisão e cinema, focando nas cenas de proposta de casamento e na construção dos personagens dos primos-herdeiros. Foi examinada a minissérie Pride and Prejudice (1995) e o filme Pride and Prejudice (2005), bem como os filmes Persuasion (1995) e Persuasion (2007), considerando elementos narrativos, visuais e de roteiro. Os resultados demonstram que as adaptações tendem a simplificar ou alterar a complexidade moral presente nos romances, especialmente no caso de Mr. Collins, cuja proposta é retratada de forma cômica ou patética, distanciando-se da gravidade social que envolve a recusa de Elizabeth. Em Persuasão, a subjetividade do pedido de Mr. Elliot é tratada de maneira mais explícita em algumas adaptações, perdendo parte da sutileza manipuladora do personagem. Conclui-se que as adaptações, embora tenham a pretensão de serem fiéis em muitos aspectos, frequentemente banalizam as questões sociais e morais levantadas por Austen, privilegiando o entretenimento e a identificação do público com as protagonistas em detrimento da crítica social original.
