Ação da putrescina e o efeito do déficit hídrico altera a morfofisiologia de plantas de milho sob desfolha?

Carregando...
Imagem de Miniatura

Data

2025-11-14

Título da Revista

ISSN da Revista

Título de Volume

Editor


Resumo

O déficit hídrico ocorrendo juntamente com a desfolha são tipos de estresses nos quais as plantações de milho (Zea mays L.) estão suscetíveis, e não há estudos na literatura investigando ambos os estresses nos estágios iniciais de desenvolvimento do milho. Mudanças climáticas têm aumentado nas últimas décadas trazendo consigo a secas e chuvas de granizo, levando a perdas de produção. A fim de amenizar os efeitos que estes estresses causam no milho destacam-se as poliaminas como a putrescina, que ajuda na proteção contra danos oxidativos e auxilia no desenvolvimento celular. Assim, o objetivo deste estudo foi determinar as alterações morfofisiológicas e bioquímicas na aplicação exógena de putrescina 50 μM em plantas sob desfolha submetidas ao déficit hídrico. O experimento foi realizado em vasos, e as plantas foram submetidas a quatro tratamentos com a desfolha no estágio de quatro folhas totalmente expandidas: irrigado sem putrescina e irrigado com putrescina, déficit hídrico sem putrescina e déficit hídrico com putrescina. Parâmetros morfométricos, como trocas gasosas, fluorescência da fotossíntese, morfologia das raízes e conteúdo de nutrientes, foram avaliados aos sete dias após o déficit hídrico. As plantas de milho desfolhadas e irrigadas, em comparação com as plantas desfolhadas sob déficit hídrico apresentaram menor altura, diâmetro do caule, comprimento, nutrientes e menores valores em dados morfológicos das raízes. A aplicação da putrescina gerou valores menores na concentração de alguns nutrientes, porém sua aplicação não apresentou diferenças na produção nem efeitos deletérios nas plantas, não demonstrando grandes benefícios na recuperação do milho desfolhado sob o déficit hídrico.


Palavras-chave

Citação