Bioconcretos: estudo de matérias primas e rastreabilidade de bactérias

dc.contributor.advisorMaestrelli, Sylma Carvalho
dc.contributor.authorBuffo, Arthur Cipriano
dc.contributor.coadvisorSorce, Alan Rodrigo
dc.contributor.refereeBalestra, Carlos Eduardo Tino
dc.contributor.refereeOliveira, Igor Rafael Buttignol de
dc.date.accessioned2026-01-22T19:03:04Z
dc.date.available2026-01-22T19:03:04Z
dc.date.issued2025-12-02
dc.description.abstractEste trabalho estudou duas vertentes aplicadas a Concretos de Pós Reativos (CPR). A primeira foi o uso de cápsulas de alginato de sódio para proteger a bactéria Lysinibacillus sphaericus, que pode ajudar na autocicatrização do concreto por meio da biomineralização. A segunda proposta foi avaliar a adição de pó de vidro moído, obtido de garrafas do tipo long neck, na substituição parcial e total da areia natural. As cápsulas de alginato foram produzidas com diferentes corantes (verde de malaquita, safranina e cúrcuma, além de água tônica), buscando facilitar a identificação da bactéria dentro do concreto (rastreabilidade do processo de biomineralização). Os resultados indicaram resistência ao processo de mistura e ao ambiente alcalino do CPR, mostrando que o encapsulamento pode manter a bactéria protegida e que a produção das cápsulas foi bem sucedida; porém, nenhum dos corantes usados apresentou contraste suficiente para permitir a rastreabilidade visual das cápsulas dentro do concreto. Na segunda parte, envolvendo o pó de vidro, três formulações de CPR foram preparadas, variando o percentual de substituição da areia em zero, 50 e 100% em massa. O vidro foi limpo, triturado, moído e peneirado até atingir granulometria adequada e compatível com a da areia utilizada na formulação. Os resultados mostraram que o pó de vidro pode ser incorporado ao CPR sem acarretar maiores dificuldades no processo de preparo e obtenção dos corpos de prova, desde que o material esteja bem moído e com distribuição de partículas adequada. Ainda, as propriedades físicas e mecânicas indicaram resultados muito semelhantes entre as composições (confirmados por análise estatística), mostrando que a utilização de pó de vidro oriundo de garrafas do tipo long neck é uma alternativa sustentável, já que esse resíduo muitas vezes não é totalmente reciclado.
dc.description.abstract2This work investigated two main approaches applied to Reactive Powder Concrete (RPC). The first focused on using sodium alginate capsules to protect the bacterium Lysinibacillus sphaericus, which can promote self-healing through biomineralization. The second evaluated the incorporation of ground waste glass powder, obtained from long neck bottles, as a partial and total replacement for natural sand. The alginate capsules were produced with different dyes (malachite green, safranin, turmeric, and tonic water) in an attempt to improve the visual tracking of bacterial activity within the concrete. The capsules showed good resistance during mixing and to the alkaline environment of RPC, indicating that encapsulation was effective in protecting the bacteria; however, none of the dyes provided sufficient contrast to enable visual traceability in the concrete matrix. In the second part of the study, three RPC formulations were prepared with 0%, 50%, and 100% sand replacement. The glass was cleaned, crushed, milled, and sieved to achieve a particle size distribution compatible with that of natural sand. The results showed that glass powder can be incorporated into RPC without difficulty during mixing or specimen preparation, provided that it is adequately ground. Moreover, the physical and mechanical properties were similar among the formulations (confirmed by statistical analysis), indicating that glass powder from long neck bottles is a viable and sustainable alternative, especially considering the limited recyclability of this type of waste.
dc.description.additionalinformationTermo de autorização SEI 1712577
dc.description.physical49
dc.identifier.credential2021.1.25.086
dc.identifier.orcidAuthor0009-0005-3213-2133
dc.identifier.urihttps://repositorio.unifal-mg.edu.br/handle/123456789/3286
dc.language.isopt
dc.publisher.campiCampus Poços de Caldas
dc.publisher.courseBacharelado Interdisciplinar em Ciência e Tecnologia
dc.publisher.departmentInstituto de Ciência e Tecnologia
dc.publisher.initialsUNIFAL-MG
dc.publisher.institutionUniversidade Federal de Alfenas
dc.rightsinfo:eu-repo/semantics/openAccess
dc.rights.creativeCommonsAttribution-NonCommercial-NoDerivs 3.0 Brazilen
dc.rights.urihttp://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/br/
dc.subject.cnpqEngenharias
dc.subject.enBioconcrete
dc.subject.enSodium Alginate
dc.subject.enReactive Powder Concrete
dc.subject.enGlass Powder
dc.subject.pt-BRBioconcreto
dc.subject.pt-BRLysinibacillus sphaericus
dc.subject.pt-BRAlginato de sódio
dc.subject.pt-BRConcreto de pós reativos
dc.subject.pt-BRVidro moído
dc.titleBioconcretos: estudo de matérias primas e rastreabilidade de bactérias
dc.typeinfo:eu-repo/semantics/bachelorThesis

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