Fisioterapia
URI Permanente para esta coleçãohttps://repositorio.unifal-mg.edu.br/handle/123456789/2622
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Navegando Fisioterapia por Orientador(a) "Reis, Luciana Maria dos"
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Item Acesso aberto (Open Access) Efeito da musicalização na habilidade motora e nível de ansiedade em crianças neurotípicas: estudo observacional transversal(2025-11-27) Valadão, Ana Beatriz Teixeira; Reis, Luciana Maria dos; Sostena Neto, José Roberto; Oliveira, Ana Flávia Felicioni deIntrodução. A música é capaz de afetar um conjunto de sistemas cerebrais, gerando conexões entre áreas auditivas, cognitivas e motoras tanto de quem executa, quanto de quem ouve. A habilidade motora é a capacidade de realizar movimentos com precisão e eficiência, podendo ser influenciada por fatores como a ansiedade. O Teste de Trilhas tem sido utilizado para avaliar funções cognitivas como velocidade de processamento, atenção sustentada, flexibilidade mental e habilidades motoras. Objetivo. Verificar o efeito da música na habilidade motora e nível de ansiedade em crianças neurotípicas. Metodologia. Trata-se de um estudo observacional transversal no qual 18 crianças, de 7 a 12 anos, ambos os sexos, foram distribuídas em dois grupos: G1 – crianças que fazem aulas de música há seis meses ou mais e G2 – crianças que nunca fizeram aulas de música. Ambos os grupos foram submetidos a avaliação da habilidade motora, por meio do Teste de Trilhas na versão digital, bem como pela Anxiety Scale for Children (MASC), em um único momento. Resultados. Foi observada diferença significativa (p=0,03) no tempo de execução da trilha B, com o grupo música apresentando menor tempo de execução (0,49 ± 0,28) em comparação ao grupo sem música (2,56 ± 1,43). Observou-se também diferença entre os grupos no nível de ansiedade (p=0,002), com o grupo sem música apresentando maior índice de ansiedade (70,11 ± 8,0) em comparação com o grupo música (36,22 ± 17,94). Conclusão. Conclui-se que a vivência musical é capaz de influenciar a habilidade motora e o nível de ansiedade de crianças de 7 a 12 anos.Item Acesso aberto (Open Access) Perfil de cuidadores de crianças e adolescentes com deficiência física atendidos em instituições no Sul de Minas Gerais(2025-11-28) Ruela, André da Silva; Braga, Vitória da Conceição Corrêa; Reis, Luciana Maria dos; Faria, Tereza Cristina Carbonari de; Castilho, Lia Silva deIntrodução: O termo cuidador refere-se à pessoa que oferece suporte àqueles que, diante de uma doença ou deficiência, enfrentam desafios para realizar suas atividades cotidianas. Devido à alta demanda física e emocional, os cuidadores estão sujeitos a condições clínicas que impactam negativamente o bem-estar e a qualidade de vida. Objetivo: Identificar o perfil sociodemográfico e clínico de cuidadores de crianças e adolescentes com deficiência física em instituições do Sul de Minas Gerais, especialmente no que se refere à dor, qualidade do sono e ansiedade, bem como verificar possíveis correlações com a qualidade de vida. Metodologia: Estudo observacional e transversal, realizado na Associação dos Deficientes Físicos de Poços de Caldas (ADEFIP) e na Clínica Escola de Fisioterapia da Universidade Federal de Alfenas (UNIFAL-MG), com 16 cuidadoras selecionadas por conveniência. Foi aplicado questionário clínico e sociodemográfico, além dos instrumentos Short Form Health Survey (SF-36), Escala Hamilton para Ansiedade (HAM-A), Questionário de dor McGill e Índice de Qualidade do Sono de Pittsburgh (PSQI). Os dados foram analisados por estatística descritiva e correlação de Spearman (p < 0,05). Resultados: A amostra foi composta apenas por mulheres (100%), com idade média de 34,31 anos, sem curso superior e com renda familiar entre um e dois salários-mínimos. Ademais, foi observado que 87% das mulheres não exerciam atividade remunerada e 56,25% não haviam feito curso preparatório para exercer a função de cuidadora. Metade das voluntárias (50%) apresentavam alguma doença e 47,75% utilizavam algum tipo de medicamento de forma contínua. Todas as participantes relataram dor, com intensidade 7,31 ± 1,40, avaliada pela Escala Numérica de Dor, sendo “fisgada”, “agulhada” e “pontada” os descritores mais frequentes observados pelo McGill. Quanto ao sono, 62,5% apresentaram sono ruim e 25% distúrbio do sono. A ansiedade foi leve em 43,75%, moderada em 25% e grave em 31,25%. Os melhores escores de qualidade de vida ocorreram no domínio capacidade funcional (75,62 ± 22,42) e os piores no ambiental (43,75 ± 41,66). Houve correlação negativa entre ansiedade e vitalidade, aspectos sociais e saúde mental. Conclusão: O presente estudo demonstrou alta prevalência de dor, sono não reparador, ansiedade e comprometimento da qualidade de vida em cuidadoras de crianças e adolescentes, reforçando a necessidade de políticas públicas e ações multiprofissionais voltadas à promoção de sua saúde física e emocional.
