Fisioterapia
URI Permanente para esta coleçãohttps://repositorio.unifal-mg.edu.br/handle/123456789/2622
Navegar
Navegando Fisioterapia por Orientador(a) "Silva, Marcelo Lourenço da"
Agora exibindo 1 - 3 de 3
- Resultados por página
- Opções de Ordenação
Item Acesso aberto (Open Access) Avaliação dos efeitos da crioterapia na recuperação da dor muscular tardia em atletas após treino intervalado de alta intensidade no WOD Murph no crossfit: ensaio clínico, controlado e randomizado(2025-08-27) Pereira, Gabrielly Santos; Silva, Marcelo Lourenço da; Falconi Sobrinho, Luiz Luciano; Candido, Natalie LangeAtualmente, mais de 30% da população mundial é fisicamente inativa e um dos principais motivos é a limitação de tempo. Tal fato, traz implicações significativas para a saúde global, sugerindo recomendações de exercícios mais curtos e eficazes, como o treino intervalado de alta intensidade (HIIT). Esse tipo de treino tem a capacidade de melhorar a condição aeróbica, composição corporal e saúde cardiometabólica. Um exemplo de HIIT, é o treino "Murph" do CrossFit®, no qual combina modalidades aeróbicas e de resistência em circuitos intensos. O treino "Murph" do CrossFit, um dos mais desafiadores, frequentemente resulta em dor muscular tardia (DMT). Dessa forma, a imersão em gelo (crioterapia) se destaca como uma modalidade terapêutica viável para estudar, devido aos seus efeitos anti-inflamatórios e analgésicos promovendo uma recuperação rápida após o exercício. Portanto,o presente estudo tem como objetivo analisar o efeito da crioterapia como intervenção na recuperação da DMT após a prática o HIIT do workout of the day (WOD) Murph do CrossFit®. Esse estudo é um ensaio clínico controlado e randomizado, nos quais os participantes são divididos em grupos de controle (GC) e intervenção (GI). Os instrumentos de avaliação incluem a escala visual analógica de dor (EVA), escala de BORG, inventário breve de dor (BPI), questionário para avaliação da dor musculoesquelética de praticantes de exercício físico (Q-ADOM), algômetro, câmera termográfica e coleta de amostras de sangue para avaliar creatina quinase CK. Espera-se que os resultados contribuam para o desenvolvimento de protocolos mais precisos de intervenção com a crioterapia na DMT.Item Acesso aberto (Open Access) Efeitos da estimulação cerebral não invasiva no desempenho e recuperação de atletas: uma revisão integrativa(2025-11-14) Testa, João Gabriel Scurato; Silva, Marcelo Lourenço da; Godoy, Bruno; Terra, Andreia Maria Silva VilelaNos últimos anos, observou-se um crescente interesse em técnicas não invasivas de estimulação cerebral aplicadas à fisioterapia desportiva, visando otimizar o desempenho e acelerar a recuperação de atletas. Entre essas técnicas, a estimulação transcraniana por corrente contínua (tDCS) e a estimulação magnética transcraniana repetitiva (rTMS) destacam-se como intervenções promissoras por sua capacidade de modular a excitabilidade cortical e influenciar a plasticidade neural. Este trabalho teve como objetivo realizar uma revisão integrativa da literatura sobre os efeitos da tDCS e rTMS no desempenho e na recuperação de atletas. Foram realizadas buscas nas bases PubMed, Scopus e Web of Science, considerando estudos publicados entre 2014 e 2024 que investigaram o impacto dessas técnicas em parâmetros de desempenho esportivo, recuperação pós-exercício e aspectos neurofisiológicos. Os resultados demonstraram que a tDCS pode favorecer a função motora, a estabilidade postural, o bem-estar e a recuperação autonômica pós exercício, enquanto a rTMS mostrou potencial para aprimorar o desempenho motor e cognitivo em diferentes modalidades. No entanto, os efeitos variam conforme o protocolo, a área cortical estimulada e as características individuais dos atletas. Estudos sugerem ainda que ambas as técnicas influenciam positivamente a plasticidade sináptica e a conectividade funcional, o que pode resultar em ganhos de desempenho e recuperação mais rápidos. Apesar do potencial promissor, ainda são necessárias pesquisas que elucidem os mecanismos subjacentes e avaliem os efeitos a longo prazo dessas intervenções. Conclui-se que a estimulação cerebral não invasiva representa uma ferramenta inovadora e potencialmente eficaz para a fisioterapia desportiva, desde que aplicada com protocolos individualizados e embasamento científico adequado.Item Acesso aberto (Open Access) Efeitos da exposição repetitiva na fase neonatal a estímulo mecânico doloroso na hipersensibilidade de ratos adultos com neuropatia periférica(2025-11-27) Siqueira, Cissa Maria Ribeiro; Silva, Marcelo Lourenço da; Falconi Sobrinho, Luiz Luciano; Candido, Natalie LangeA exposição repetitiva de recém-nascidos a estímulos dolorosos pode afetar o desenvolvimento do sistema somatossensorial desses indivíduos, resultando em alterações na percepção e modulação nociceptiva no período pós-natal. Estudos pré-clínicos demonstraram que ratos expostos a estímulos dolorosos durante a fase neonatal, também apresentaram alterações nos seus limiares nociceptivos quando alcançaram a idade adulta. No entanto, não se sabe se a exposição repetitiva de ratos neonatos a estímulos dolorosos nocivos, pode afetar a dor crônica desencadeada por neuropatia periférica induzida nesses animais durante a fase adulta. O objetivo desse estudo foi investigar se a hiperalgesia desencadeada por neuropatia periférica induzida em ratos durante a vida adulta, é alterada quando esses animais são expostos à estímulos dolorosos repetitivos durante sua fase neonatal. Para isso, ratos Wistar machos e fêmeas durante suas duas primeiras semanas de vida foram expostos a estímulos dolorosos por meio de agulhadas (pinprick) ou a estímulos táteis inócuos na pata. Após 70 dias do nascimento (idade adulta), esses animais foram submetidos à constrição crônica (CCI) do nervo isquiático na pata traseira direita para a indução da neuropatia periférica, ou CCI-Sham (sem CCI). No dia anterior e após 21 dias da CCI ou CCI-Sham, os animais tiveram seus limiares nociceptivos mecânicos mensurados pelo teste de von Frey. A exposição repetitiva a estímulos mecânicos dolorosos do tipo pinprick na fase neonatal não alterou os limiares nociceptivos mecânicos na vida adulta de ratos machos e fêmeas, mesmo após lesão por constrição crônica do nervo isquiático. Embora todos os animais com neuropatia periférica apresentassem redução dos limiares nociceptivos ao longo do tempo (pronocicepção), não houve diferença entre os grupos que receberam ou não o estímulo doloroso neonatal. Esses dados indicam que, em ratos a termo, a dor neonatal não modifica significativamente a hipersensibilidade neuropática na vida adulta, sugerindo que os efeitos da dor precoce dependem do estágio de desenvolvimento do sistema nervoso.
