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    A exposição ao frio durante o período implantacional de camundongos altera as células Natural Killer uterinas?
    (2024-12-10) Bernardes, Tais Silva; Paffaro Júnior, Valdemar Antônio; Paffaro Júnior, Valdemar Antônio; Assunção, Márcia Cristina Bizinotto de; Amaral, Raíne Piva
    A exposição prolongada ao frio resulta na quebra da homeostasia em mamíferos, gerando estresse metabólico e fisiológico. Considerando que estressores durante a gravidez podem promover a diminuição dos níveis hormonais maternos através da desregulação do eixo Hipotálamo-Hipófise-Gonadal (HHG), acredita-se que o frio possa afetar a viabilidade gestacional, principalmente quando se refere ao período de implantação. As Células Natural Killer Uterina (uNK), desempenham funções importantes na gestação, como remodelamento vascular e manutenção decidual, e têm sua proliferação influenciada pelos hormônios ovarianos, seja por uma ação direta ou indireta. Nesse estudo, investigamos a possível influência do frio na quantidade e função das Células Natural Killer Uterinas e seus impactos na morfologia das arteríolas espiraladas uterinas e do útero. Para isso, foram utilizadas 30 fêmeas da linhagem swiss, que foram acasaladas e divididas em um grupo controle (GC) e um grupo de exposição (G2). Todo o grupo G2 foi pesado antes e depois da exposição ao frio, em todos os dias, sendo exposto do 1°dg ao 7°dg em câmara fria a 4°C por 8 horas e perfundidas nos dias 8° 11° e 15°dg. A análise macroscópica dos Sítios de Implantação foi feita, para avaliar possíveis áreas hemorrágicas, e o número de sítios de implantação dos dois grupos foi quantificado. O material coletado consistia nos sítios de implantação do 8° e 11°dg e na placenta do 15°dg, sendo incluído em parafina e seccionado em 6µm para confecção de lâminas. As lâminas foram submetidas a análise histológica com citoquímica com o uso de Lectina DBA para analisar a morfologia e estereologia das uNK e coloração com eosina e hematoxilina para análise da morfometria das arteríolas. Como resultado foi observado que a alteração do peso antes e depois da exposição ao frio não foi significativa, apesar de ter diminuído na maioria dos animais após o tempo no frio. O número de sítios de implantação entre o controle e o G2 não variou. Foram observados sítios de implantação com áreas hemorrágicas em quase todos os animais de todos os 3 dias avaliados, e a área da parede das arteríolas espiraladas uterinas diminuiu de forma significativa no 8°dg (G2) o que não ocorreu no 11° e 15°dg. Observou-se a presença dos 4 subtipos de uNK no grupo exposto, porém não houve diferença significativa na sua quantidade e nem no número total de células. Esses resultados sugerem que o frio não altera a quantidade e função das uNK, porém pode afetar a saúde gestacional por outras vias, levando à vasoconstrição das arteríolas e hemorragia nos sítios de implantação.
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    ItemAcesso aberto (Open Access)
    A influência da dieta e do tratamento com praziquantel na esquistossomose mansônica em camundongos machos BALB/c
    (2025-12-15) Corrêa, Ana Carolina Silva; Pavarini, Lara Maria; Santos, Laura Cristina dos; Reis, Luís Felipe Cunha dos; Marques, Marcos José; Colombo, Fábio Antônio
    A esquistossomose mansônica, doença parasitária causada pelo trematódeo da espécie Schistosoma mansoni, afeta majoritariamente regiões tropicais e subtropicais marcadas por condições socioeconômicas precárias. O hospedeiro intermediário, no Brasil, é o caramujo do gênero Biomphalaria, que através da liberação de cercárias, infecta seus hospedeiros definitivos. A doença possui fases agudas e crônicas, comprometendo órgãos como o fígado e o baço, e que podem levar à fibrose hepática e hipertensão portal. Apesar de ter sido amplamente estudada, essa doença parasitária ainda apresenta lacunas quanto à influência de fatores nutricionais sobre sua patogênese e resposta ao tratamento. O estudo avaliou os efeitos da dieta e do tratamento com praziquantel (PZQ) em camundongos BALB/c infectados, divididos em três protocolos alimentares: ad libitum (AdL), jejum em dias alternados (ADF - alternate-day fasting) e dieta sacarídica (HSD- high-sucrose diet). Após 48 dias infectados, todos os grupos foram submetidos ao tratamento com PZQ. Análises histopatológicas foram realizadas para mensurar o diâmetro e área dos granulomas, deposição de colágeno, teor de glicogênio hepático e presença de hepatócitos binucleados. Os resultados mostraram importantes variações entre os grupos, destacando o menor diâmetro de granulomas no grupo HSD (dieta sacarídica), que indica menor resposta inflamatória. Em contrapartida, foram apresentadas menores deposição de colágeno no grupo ADF (dietas em dias alternados), sugerindo um possível efeito de proteção contra a fibrose hepática. Não houve significativas variações na contagem de ovos por campo e hepatócitos binucleados, mas houve diferença no conteúdo de glicogênio, com o grupo AdL apresentando altos níveis, indicando que esse protocolo alimentar favoreceu a regeneração tecidual, que em lesões hepáticas, é essencial. A discussão enfatizou o impacto das dietas na regeneração hepática e na imunidade do hospedeiro. Como conclusão, o trabalho mostrou que as dietas podem agravar ou atenuar os danos hepáticos causados pela esquistossomose, sendo o grupo HSD beneficiado e o grupo ADF prejudicado. O praziquantel, embora tenha sido eficaz na redução da fibrose e reorganização da histoarquitetura hepática, possui a eficácia modulada pelo estado nutricional do hospedeiro.
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    ItemEmbargo
    Análise de bancos públicos de expressão gênica de pacientes com Neoplasias Mieloproliferativas: enfoque na evolução para Leucemia Aguda
    (2025-12-12) Silva, Maria Tereza Mesquita; Ribeiro, Raquel Tognon; Zavan, Bruno; Rabelo, Ana Carolina Silveira
    As Neoplasias Mieloproliferativas (NMPs) são neoplasias hematológicas crônicas, caracterizadas pela proliferação anormal de células mieloides. Entre elas, destaca-se a Mielofibrose (MF), uma NMP BCR::ABL negativa, marcada por fibrose progressiva da medula óssea e potencial de evolução leucêmica. As NMPs apresentam alterações genéticas, como mutações nos genes JAK2, MPL e CALR. Entretanto, outros mecanismos moleculares envolvidos na progressão ainda não estão completamente elucidados. A via da Quinase de Adesão Focal tem sido relacionada a tumores sólidos mais agressivos de pior prognóstico, associada a migração, invasão e resistência à apoptose. O estudo desta via, no contexto da evolução das NMPs, pode contribuir para o entendimento desse processo. Este estudo teve como objetivo analisar dados públicos de expressão gênica em NMPs para identificar a expressão de genes relacionados à via Quinase de Adesão Focal, no contexto da progressão leucêmica. Foram analisados dois bancos públicos, disponíveis na base Gene Expression Omnibus (GEO): o GSE210253 (RNA-seq) e o GSE214360 (Microarray), ambos contendo dados de pacientes com MF e com Leucemia Mielóide Aguda (LMA) secundária a MF. No banco GSE210253, um gene (KDR) se mostrou hipoexpresso no grupo de LMA, enquanto a análise global revelou dois genes desta via diferencialmente expressos (CCND2 e JUN). No banco GSE214360, quatro genes relacionados à via Quinase de Adesão Focal (ITGA2B, ITGB4, THBS1 e PRKCB) foram diferencialmente expressos. Dois genes diferencialmente expressos, MN1 e DNTT, foram identificados em comum entre os bancos analisados. Além disso, observou-se o enriquecimento de vias associadas às interações de integrinas e à organização da matriz extracelular. Esses achados indicam alterações no perfil de expressão de genes associados à via da Quinase de Adesão Focal, às interações de integrinas e à organização da matriz extracelular na progressão da MF para LMA secundária. Apesar das limitações relacionadas ao número reduzido de bancos de dados e amostras, os genes diferencialmente expressos identificados podem contribuir para estudos futuros voltados à identificação de marcadores prognósticos ou potenciais alvos terapêuticos.
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    ItemAcesso aberto (Open Access)
    Avaliação dos efeitos do jejum de dias alternados e da dieta sacarídica na histopatologia renal de camundongos BALB/c infectados com Schistosoma mansoni e a eficácia do tratamento com praziquantel
    (2025-12-15) Campos, Estefany Alana; Reis, Luís Felipe Cunha dos; Zavan, Bruno; Corsini, Wagner
    A esquistossomose é uma doença parasitária que representa problemas para a saúde pública, especialmente em países tropicais, como o Brasil. O comprometimento renal ocorre em portadores de infecção crônica, associada à deposição de complexos imunes e hipertensão portal, levando à glomerulonefrite esquistossomótica. Pelo desenvolvimento lento, a lesão nos rins, na maioria das vezes, permanece assintomática, podendo evoluir para nefropatia, o que torna indispensável a identificação precoce das alterações morfológicas. A dependência metabólica do Schistosoma mansoni na captação de glicose sugere que a saúde e o estado nutricional do hospedeiro podem potencialmente ter um efeito na progressão da doença e na intensidade do dano tecidual. Diante disso, este estudo objetivou avaliar os efeitos do jejum em dias alternados e de uma dieta rica em sacarose sobre a morfologia renal de camundongos BALB/c infectados com S. mansoni, bem como verificar a resposta ao praziquantel. Utilizou-se de nove grupos experimentais, com 60 camundongos machos entre 7 e 8 semanas que foram infectados com 50± 10 cercárias. Os animais receberam dieta padrão ad libitum, dieta rica em sacarose e dieta de jejum em dias alternados. O tratamento com praziquantel foi iniciado na 8° semana de estudo, com 300mg/ kg/ dia, durante 3 dias. A pesquisa teve duração de 15 semanas. Analisou-se a morfologia glomerular por coloração com hematoxilina e eosina e a deposição de colágeno foi aferida por coloração Picro Sirius Red. As amostras infectadas mostraram aumentos na área dos glomérulos, no espaço de Bowman e nas células mesangiais quando comparadas aos controles, típicas da glomerulonefrite proliferativa. Enquanto, o tratamento com praziquantel reverteu parcialmente essas mudanças, aproximando os resultados dos controles, na maioria dos casos. A dieta rica em sacarose aumentou a proliferação de células mesangiais, implicando que o metabolismo tem um efeito no dano renal induzido por imunidade. Já o jejum em dias alternados mostrou aumentos extensivos no espaço de Bowman e na área glomerular, significando um aumento no dano induzido pela inflamação, com maior porcentagem de fibrose, o que demonstra papel da combinação de estresse metabólico e imunológico. Concluí-se, que a infecção por S. mansoni levou à extensas mudanças morfológicas nos rins no modelo de murinos, e a condição nutricional do hospedeiro foi um determinante importante nesse processo.
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    ItemAcesso aberto (Open Access)
    Indometacina enquanto fármaco de reposicionamento em toxoplasmose experimental
    (2025-12-15) Reatti, Mariane Maria Paschoalin; Guerra, Taís de Leon; Marques, Marcos José; Colombo, Fabio Antônio; Souza, Isabella Maria Monteiro de
    A toxoplasmose, causada pelo protozoário intracelular obrigatório Toxoplasma gondii, afeta cerca de um terço da população mundial, sendo considerada a infecção parasitária mais prevalente do planeta. Apesar da elevada incidência e da gravidade da doença em grupos vulneráveis, como gestantes e indivíduos imunocomprometidos, as opções terapêuticas disponíveis são limitadas e ineficazes contra a forma crônica da infecção. A terapia padrão, baseada na associação de pirimetamina e sulfadiazina, apresenta diversos efeitos adversos e toxicidades, além de não atingir os bradizoítos presentes nos cistos teciduais. Nesse contexto, este trabalho visa analisar o potencial terapêutico do fármaco indometacina, com perfil farmacológico já estabelecido, por meio de uma estratégia de reposicionamento de fármacos. O reposicionamento consiste em aplicar medicamentos já aprovados para outras indicações terapêuticas, oferecendo como vantagem a redução de custos, tempo de desenvolvimento e maior segurança quanto ao perfil toxicológico. A indometacina é um anti-inflamatório não esteroidal, que além de inibir as enzimas COX, demonstra potencial imunomodulador e ação sobre a resposta linfocitária em infecções parasitárias, sendo especialmente relevante por sua capacidade comprovada de atravessar a barreira hematoencefálica, característica importante para o tratamento da forma crônica com envolvimento cerebral. A metodologia utilizada consistiu na avaliação in vitro da atividade antiparasitária da indometacina frente a T. gondii da cepa RH-2F1, utilizando fibroblastos (HFF) como modelo de infecção. Foram realizados ensaios de proliferação parasitária e testes de citotoxicidade celular, permitindo determinar os valores de EC₅₀, CC₅₀ e o índice de seletividade (IS) do fármaco. A indometacina apresentou, segundo os valores encontrados de EC₅₀ = 8,9 μM e CC₅₀ = 25,7 μM, seletividade limitada e margem terapêutica restrita, apesar disso, suas propriedades farmacológicas, como ação anti-inflamatória, modulação da via COX-2/PGE₂ e capacidade de atravessar a barreira hematoencefálica, reforçam seu potencial como molécula de interesse para estudos futuros. Assim, embora apresente limitações in vitro, a indometacina permanece como candidata relevante para investigações adicionais, contribuindo para o avanço na busca de alternativas terapêuticas para a toxoplasmose.
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    Investigação in vivo da atividade antimelanoma do protótipo PQM-281
    (2025-12-11) Machado, Luara Araújo; Zilli, Gabriela Motta; Oliveira, Pollyanna Francielli de; Chagas, Pablo Shamioka; Rabelo, Ana Carolina Silveira
    O tratamento do melanoma, normalmente baseado em cirurgia oncológica, radioterapia, quimioterapia e imunoterapia, ainda apresenta limitações significativas, entre elas a baixa seletividade, a elevada toxicidade sistêmica, a resistência terapêutica e, consequentemente, a reduzida taxa de resposta. Tais obstáculos tornam-se particularmente relevantes diante do fato de que o melanoma, um câncer de pele altamente agressivo, possui grande capacidade metastática e notória habilidade de desenvolver resistência aos tratamentos convencionais. Nesse contexto, o presente estudo investigou os efeitos antitumorais da molécula PQM-281, um derivado híbrido de ácido clorogênico e piperina em roedores. Para a avaliação do efeito antitumoral, o melanoma foi induzido em roedores da linhagem C57BL/6, por meio da implantação subcutânea de células B16-F10 (melanoma murino) no dorso dos animais. Em seguida, os roedores foram distribuídos aleatoriamente em cinco grupos experimentais: (1) Controle Negativo (CN); (2) Controle Implante (CI); (3) Controle Solvente [CS - Dimetilsulfóxido (DMSO 5%]; (4) Controle Positivo [Cisplatina (CDDP) 7 mg/kg de peso corpóreo (pc)]; e (5) PQM-281 10 mg/kg pc. Os tratamentos foram realizados por via subcutânea (sc.), uma vez ao dia, por cinco dias consecutivos. Passadas 24 horas após a última administração, os animais foram anestesiados com cetamina 10% (100 mg/kg pc) e xilazina 2% (10 mg/kg pc), para a realização da coleta de sangue por punção cardíaca destinado à análises bioquímicas de creatinina, ureia, aspartato aminotransferase (AST) e alanina aminotransferase (ALT), seguida da coleta do tecido tumoral. Os resultados mostraram que o tratamento com PQM-281 diminuiu significativamente a massa tumoral quando comparado ao CN e reduziu significativamente a perda de peso quando comparada ao grupo tratado com CDDP. Esses resultados foram acompanhados da ausência de interferência nos parâmetros de ureia, creatinina e ALT indicando menor toxicidade sistêmica que a CDDP. O mesmo não foi observado para a AST. Os achados demonstram que o PQM-281 exerce efeito antitumoral significativo com menor impacto sobre a massa corpórea e os parâmetros bioquímicos avaliados, quando comparado à CDDP. Embora preliminares, em conjunto, esses resultados sugerem um perfil de eficácia associado a menor toxicidade sistêmica, ainda que sem efeito relevante sobre a AST.
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    ItemAcesso aberto (Open Access)
    O uso da tintura de cabelo e sua influência no desenvolvimento no câncer de mama: revisão da literatura
    (2025-11-28) Santos, Laura Regina dos; Eduardo, Skarlatty Rosa; Livonesi, Márcia Cristina; Oliveira, Estela Regina de; Pereira, Elisângela Monteiro
    O câncer de mama é uma das neoplasias mais prevalentes entre mulheres em todo o mundo e sua etiologia envolve uma ombinação de fatores genéticos, hormonais, ambientais e comportamentais. Dentre os possíveis fatores ambientais, a exposição a compostos químicos presentes em tinturas capilares têm sido alvo de investigação. O presente estudo teve como objetivo revisar a literatura científica acerca da associação entre o uso de tinturas de cabelo e o risco de desenvolvimento de câncer de mama. Foram revisados artigos publicados entre 1977 e 2024 que tinham como pergunta norteadora: “O uso de tintura de cabelo está associado ao aumento do risco de desenvolvimento de câncer de mama?”. Os achados indicam uma tendência de risco aumentado entre usuárias frequentes de tinturas escuras e permanentes, com exposição precoce, com uso prolongado e histórico familiar da doença. Substâncias como aminas aromáticas e desreguladores endócrinos presentes nos produtos analisados apresentam plausibilidade biológica para contribuir com a carcinogênese mamária. Embora os resultados ainda apresentem certa heterogeneidade, as evidências sugerem a necessidade de precaução, maior regulamentação e novos estudos com controle rigoroso de variáveis.
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    ItemAcesso aberto (Open Access)
    Presença de DNA humano em fezes de triatomíneos encaminhados para pesquisa de Trypanosoma cruzi no sul de Minas Gerais
    (2025-12-15) Fernandes, Larissa Ferreira; Colombo, Fabio Antonio; Souza, Isabella Maria Monteiro de; Nunes, Juliana Barbosa
    A Doença de Chagas permanece como relevante problema de saúde pública nas Américas, mesmo após avanços no controle da transmissão vetorial. Nesse contexto, a vigilância entomológica continua sendo fundamental, especialmente em regiões onde espécies silvestres e peridomiciliares de triatomíneos mantêm contato com populações humanas. O presente estudo teve como objetivo avaliar a presença de DNA humano em fezes de triatomíneos encaminhados para pesquisa de Trypanosoma cruzi no Sul de Minas Gerais, como indicador do risco de transmissão vetorial. Foram analisadas 32 amostras de triatomíneos coletados em dez municípios da região, previamente classificados morfologicamente como hematófagos. A detecção de T. cruzi e de DNA humano foi realizada por meio da reação em cadeia da polimerase em tempo real (qPCR), utilizando primers e sondas específicas. Os resultados demonstraram positividade de 87,5% das amostras para T. cruzi por qPCR, evidenciando maior sensibilidade da técnica molecular em relação ao exame parasitológico convencional. A presença de DNA humano foi identificada em 37,5% das amostras analisadas, todas também positivas para o parasito, indicando contato direto entre os vetores e humanos. Todos os insetos analisados pertenciam à espécie Panstrongylus megistus, reconhecida pela elevada capacidade de adaptação ao ambiente domiciliar. Os achados evidenciam a manutenção do risco de transmissão vetorial da Doença de Chagas na região estudada, reforçando a importância da vigilância entomológica contínua e do monitoramento molecular como ferramentas estratégicas para a prevenção e o controle da doença.
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    ItemAcesso aberto (Open Access)
    Relação do colágeno com o crescimento de células cancerígenas: revisão de literatura
    (2025-12-11) Souza, Gabrieli Troleis de; Carneiro, Deila Rosély; Reis, Luís Felipe Cunha dos; Lima, Graziela Domingues de Almeida
    O câncer é uma das principais causas de mortalidade no mundo e está relacionado a múltiplos fatores, como as características do microambiente tumoral. A matriz extracelular, especialmente o colágeno tipo I, tem papel relevante nesse contexto, influenciando diretamente na proliferação, adesão, migração e sobrevivência das células tumorais. Este trabalho teve como objetivo analisar, por meio de revisão bibliográfica, incluindo levantamento de artigos científicos, a relação do colágeno com o crescimento de células cancerígenas. Estudos indicam que o colágeno tipo I, além de estruturar o microambiente tumoral, atua na ativação de vias de sinalização celular, promovendo a transição epitelial-mesenquimal e a resistência terapêutica. Também podendo atuar na formação de barreiras físicas e bioquímicas que dificultam a ação de medicamentos e a resposta imunológica. Fragmentos derivados da sua degradação vêm sendo estudados como biomarcadores para diagnóstico e prognóstico em diversos tipos de câncer. Pesquisas com modelos animais reforçam a importância da estrutura e organização do colágeno no comportamento tumoral. Portanto, concluiu-se que o colágeno tipo I desempenha funções além do suporte estrutural, influenciando diretamente na progressão do câncer e apresentando-se como um potencial alvo terapêutico e biomarcador clínico.

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